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Fúria Épica: conheça o arsenal que os EUA estão usando para destruir o Irã — B-2, F-35, drones kamikaze e mísseis inéditos

Fúria Épica: conheça o arsenal que os EUA estão usando para destruir o Irã — B-2, F-35, drones kamikaze e mísseis inéditos

Os Estados Unidos já atingiram mais de 3 mil alvos militares iranianos desde o início da Operação “Fúria Épica”, deflagrada em conjunto com Israel no último dia 28. O balanço foi divulgado pelo Pentágono e pelo Comando Central americano (Centcom), revelando a maior mobilização de poder aéreo norte-americano desde a Segunda Guerra do Golfo.

O que os EUA jogaram na batalha

A campanha envolveu um conjunto de armas que só existia, até pouco tempo, em manuais de estratégia. Três tipos de bombardeiros estratégicos foram mobilizados: o B-2 Spirit furtivo, projetado para penetrar as mais avançadas defesas aéreas sem ser detectado por radar; o B-1 Lancer supersônico, usado em ataques de grande escala; e o veterano B-52 Stratofortress, lançando bombas pesadas e mísseis de cruzeiro a longa distância. Além deles, cerca de 200 caças operam na região — entre F-22 Raptor, F-35, F-15, F-16, F/A-18 e A-10.

Estreia histórica do míssil PrSM e do drone LUCAS

O almirante Brad Cooper, chefe do Centcom, anunciou o uso inédito do Precision Strike Missile (PrSM), descrevendo o evento como “um marco histórico”. O míssil balístico de curto alcance é lançado pelo sistema HIMARS e atinge alvos a centenas de quilômetros com alta precisão. Também estreou em combate o drone LUCAS — drone kamikaze de baixo custo (US$ 35 mil por unidade) desenvolvido pelos americanos a partir do próprio design do drone iraniano Shahed. “Pegamos o design original, melhoramos e usamos contra eles”, afirmou Cooper.

O que está em jogo

O objetivo declarado pelos EUA é desmantelar a estrutura militar iraniana e eliminar ameaças futuras consideradas iminentes à segurança de Israel e de aliados no Oriente Médio. A operação segue em curso, com dois porta-aviões nucleares posicionados no Golfo Pérsico e sistemas antimísseis ativos. O mundo observa: é o maior confronto direto entre potências desde décadas. E desta vez, o Ocidente decidiu que não ia só assistir.

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