SELIC A 14,75%: Juros mais altos em 9 anos e o trabalhador paga a conta do descontrole fiscal de Lula
O Comitê de Política Monetária do Banco Central (Copom) elevou a taxa Selic para 14,75% ao ano, o maior patamar em quase uma década. A decisão, esperada pelo mercado diante da escalada inflacionária e da deterioração das contas públicas, coloca o Brasil entre os países com os juros reais mais altos do planeta — e é o trabalhador e o empreendedor quem pagam a conta.
Por Que os Juros Continuam Subindo?
A raiz do problema é fiscal. Enquanto o governo Lula gastou R$ 1 trilhão na Previdência em 2025 e não entregou o prometido equilíbrio nas contas públicas, a inflação resistiu e as expectativas do mercado pioraram. O Banco Central, agora sob nova presidência, foi forçado a apertar ainda mais o crédito para tentar ancorar a inflação que o Ministério da Fazenda não conseguiu controlar via política fiscal responsável. O ministro Haddad prometeu ajuste; o resultado foram déficits crescentes.
Quem Paga a Conta
Com Selic a 14,75%, o crédito para o consumidor e para as pequenas empresas fica proibitivo. Financiamento imobiliário, capital de giro para o empreendedor, crédito pessoal — tudo encarece. Enquanto isso, quem tem dinheiro em títulos públicos comemora rendimentos altos sem arriscar nada. É a transferência de renda mais silenciosa do Brasil: o trabalhador sem poupança subsidia, via impostos e inflação, a gestão irresponsável de um governo que insiste em gastar mais do que arrecada.