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BRASIL

O MAIS JOVEM: Eduardo Cavaliere Toma Posse Como Prefeito do Rio aos 31 Anos — Conheça o Novo Gestor da Capital Fluminense

O MAIS JOVEM: Eduardo Cavaliere Toma Posse Como Prefeito do Rio aos 31 Anos — Conheça o Novo Gestor da Capital Fluminense

Eduardo Cavaliere, de 31 anos, tomou posse como prefeito do Rio de Janeiro nesta sexta-feira (20) e entrou para a história como o chefe do Executivo municipal mais jovem da capital fluminense. Filiado ao PSD, ele assume o lugar de Eduardo Paes, que renunciou para disputar o governo do Estado do Rio nas eleições de outubro. A transmissão de cargo aconteceu sem cerimônia de megaevento — discreta, direta, como convém a quem tem muito trabalho pela frente.

Formado em Direito pela Fundação Getulio Vargas (FGV), Cavaliere construiu sua trajetória ao lado de Paes desde a campanha ao governo do Estado em 2018. Passou pela Secretaria de Meio Ambiente (2021-2022), pela Casa Civil (2022-2024), foi eleito deputado estadual em 2022 com mais de 33 mil votos, mas preferiu retornar à gestão municipal a exercer o mandato. É descrito pelos próximos como pragmático, leal e severo — qualidades de quem governa, não de quem performa.

Com a saída em massa de prefeitos de capitais para disputar governos estaduais em 2026 — fenômeno que está remodelando o cenário político em vários estados —, o Rio de Janeiro é um dos primeiros casos concretos dessa transição. Cavaliere herda uma cidade com desafios fiscais e de segurança pública que não esperam, e terá que mostrar rápido se o PSD acertou na aposta. Aos 31 anos, o tempo está do seu lado. Os problemas do Rio, nem sempre.

Eleições 2026: a era dos novos

A chegada de Cavaliere ao comando do Rio simboliza uma tendência que se desenha no cenário político nacional: uma nova geração de gestores assumindo postos de comando antes dos 35 anos. Ao contrário do que a esquerda propagandeia, essa renovação não vem das universidades progressistas nem dos movimentos sociais — vem da gestão, da experiência administrativa e da política feita no chão das secretarias. O Rio de Janeiro vai descobrir, nos próximos meses, se a competência acompanha a juventude.

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