NIKOLAS EXPÕE A PODRIDÃO: UFMG Tolera Pichação Pedindo Morte do Deputado, mas Aciona o MP Contra Cristãos que Oram em Paz
O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) usou sua coluna na Gazeta do Povo para denunciar o que chama de “intolerância disfarçada de virtude” dentro das universidades públicas brasileiras. O caso mais grave envolve a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), onde pichações com ameaças explícitas de morte contra o parlamentar circulam livremente pelas paredes da Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas — sem qualquer reação da reitoria.
Segundo Nikolas, no prédio da FAFICH há frases incitando abertamente sua morte. Em eventos como a “calourada”, cartazes associaram o nome do deputado e o de Charlie Kirk ao nazismo, com um alvo desenhado sobre a cabeça do parlamentar. São episódios que, nas palavras do próprio Nikolas, “ultrapassam qualquer limite de liberdade de expressão” — mas são tratados com naturalidade pelas instituições.
Dois pesos, duas medidas
O contraste mais revelador vem de outro episódio: quando um grupo de estudantes cristãos decidiu se reunir pacificamente dentro da UFMG para realizar orações, o organizador foi acionado no Ministério Público Federal e os participantes chegaram a ser rotulados de “grupos terroristas”. Ou seja: ameaças de morte são toleradas; oração cristã é caso de polícia.
A universidade que Lula financia com o seu dinheiro
Nikolas também lembrou o caso da Universidade Federal de Uberlândia (UFU), que publicou nota contra sua presença no campus, mas recebeu Aleida Guevara, filha do guerrilheiro comunista Che Guevara, de braços abertos. Para o deputado, o ambiente acadêmico brasileiro deixou de ser um espaço de pluralidade e debate para se tornar “mero espaço de reprodução ideológica”. As universidades são pagas pelo trabalhador brasileiro — e precisam responder a ele.