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BRASIL

NIKOLAS DENUNCIA: Na UFMG, Ameaça de Morte em Pichação é Tolerada — Mas Culto Cristão Vira Caso de MP

NIKOLAS DENUNCIA: Na UFMG, Ameaça de Morte em Pichação é Tolerada — Mas Culto Cristão Vira Caso de MP

O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) publicou nesta semana um texto denunciando o ambiente de intolerância sistemática nas universidades públicas brasileiras — com destaque para a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), onde pichações com chamados explícitos à sua morte convivem tranquilamente com a omissão da reitoria. Enquanto isso, grupos cristãos que se reúnem para oração dentro do campus são formalmente denunciados ao Ministério Público Federal e rotulados de “grupos terroristas”.

Ameaça de morte nas paredes, oração proibida no pátio

No prédio da Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas da UFMG, Nikolas relata que alunos enviaram a ele imagens de pichações com frases explícitas incitando sua morte — presentes nas paredes há meses, sem qualquer intervenção da instituição. Cartazes de eventos estudantis associam seu nome ao nazismo e trazem símbolos de alvo sobre sua cabeça. Na Universidade Federal de Uberlândia, a reitoria chegou a publicar nota contra a presença do deputado — mas recebeu sem restrições Aleida Guevara, filha de Che Guevara, para um evento oficial. Já o organizador de cultos evangélicos realizados pacificamente dentro do campus da UFMG foi acionado judicialmente pelo mesmo Ministério Público Federal que nada fez contra as ameaças ao parlamentar eleito.

A intolerância disfarçada de virtude

Nikolas encerra seu texto com uma provocação direta ao discurso oficial das universidades: “Onde está a democracia que tanto se prega? Onde está a pluralidade de ideias que deveria ser o alicerce do ambiente acadêmico?” Para o deputado, o que existe não é pluralidade, mas intolerância ideológica institucionalizada — onde expressões religiosas e conservadoras são tratadas como ameaça, enquanto apologia à violência e ao comunismo circula livremente. O texto acende o debate sobre o uso do dinheiro público para financiar espaços de doutrinação que criminalizam a fé, a família e o pensamento conservador.

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