🚨 MORAES MANDA PRENDER EX-PRESIDENTE DA ALERJ PELA 2ª VEZ: Rodrigo Bacellar Acusado de Vazar Sigilo de Investigação
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, determinou nesta sexta-feira (27/03) a prisão do deputado estadual Rodrigo Bacellar (União Brasil), ex-presidente da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj). É a segunda vez que Bacellar é preso por ordem de Moraes. Segundo a Polícia Federal, ele teria vazado informações sigilosas de investigação que envolve o deputado estadual TH Joias.
Por Que Bacellar Foi Preso de Novo
Em dezembro do ano passado, Bacellar já havia sido preso por Moraes, mas a própria Alerj votou pela soltura do parlamentar. Agora, o ministro entendeu que a situação mudou radicalmente: o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) condenou o ex-governador Claudio Castro à inelegibilidade — na mesma decisão, cassou o mandato de Bacellar. Sem mandato, o escudo parlamentar que antes poderia protegê-lo deixou de existir. Além disso, a Procuradoria-Geral da República (PGR) denunciou Bacellar pelo crime de obstrução de investigação no caso TH Joias.
Defesa Classifica Prisão como ‘Indevida’
O advogado de Bacellar, Daniel Bialski, afirmou que seu cliente vinha cumprindo “fiel e completamente todas as medidas cautelares impostas” e classificou a detenção como “indevida e desnecessária”. A defesa prometeu recorrer imediatamente para que a prisão seja revista e revogada. O caso se soma ao caos institucional no Rio de Janeiro, após a morte do governador Claudio Castro e a disputa sobre a eleição indireta — que o próprio Moraes e o ministro Zanin estão a decidir, cada um com posições diferentes.
Rio em Xeque: Quem Manda no Estado?
O Rio de Janeiro vive uma crise de governança sem precedentes: o governador eleito está morto, o presidente da Alerj foi preso, e o STF assume o papel de árbitro político do estado. O ministro Zanin suspendeu a eleição indireta que a Alerj realizaria para governador e manteve o presidente do TJ-RJ interinamente no cargo, decisão que gerou críticas de todos os lados do espectro político. A pergunta que o cidadão fluminense se faz é simples: quem governa o Rio — os eleitores ou o Supremo?