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MUNDO

FASE DECISIVA: Israel anuncia ofensiva final contra o Irã — EUA enviam mais 2.500 fuzileiros e 3 navios

FASE DECISIVA: Israel anuncia ofensiva final contra o Irã — EUA enviam mais 2.500 fuzileiros e 3 navios

A guerra no Oriente Médio entrou neste sábado (14) em sua terceira semana e Israel anunciou que o conflito se encontra em uma “fase decisiva”. O ministro da Defesa israelense, Israel Katz, foi direto: “Só o povo iraniano pode pôr fim a isto por meio de uma luta determinada.”

Desde o início dos bombardeios em 28 de fevereiro — que resultaram na morte do líder supremo Ali Khamenei — a guerra se espalhou por toda a região, provocando uma disparada histórica no preço do petróleo: o barril de Brent já acumula alta de mais de 42% desde o início do conflito, com graves consequências para a economia mundial.

EUA reforçam presença militar

Os Estados Unidos preveem enviar novos reforços à região. O New York Times aponta o envio de cerca de 2.500 fuzileiros navais e mais três navios de guerra. O Wall Street Journal confirma ainda a mobilização do navio Tripoli, baseado no Japão. A ofensiva americana já destruiu a ilha de Kharg — maior terminal de exportação de petróleo do Irã —, além de bombardear grupos pró-Irã no Iraque, onde a embaixada americana em Bagdá voltou a ser alvo de ataques de drones.

Irã ameaça “reduzir a cinzas” infraestruturas dos EUA

Mesmo declarado “completamente derrotado” por Trump em sua rede Truth Social, o Irã não cede. Teerã respondeu às ameaças de Washington afirmando estar pronto para “reduzir a cinzas” infraestruturas petrolíferas ligadas aos EUA no Oriente Médio. O Estreito de Ormuz — por onde passa 20% da produção mundial de petróleo — permanece praticamente bloqueado pelo regime iraniano, embora a Índia tenha confirmado que dois navios com bandeira indiana conseguiram atravessá-lo neste sábado.

Novo líder supremo ainda não apareceu em público

Mojtaba Khamenei, filho do líder supremo morto e seu sucessor designado, ainda não foi visto publicamente desde o início do conflito — sinal de que o regime iraniano busca proteger sua liderança a qualquer custo. Com o balanço de mais de mil mortos em duas semanas, a maioria em solo iraniano, o mundo acompanha de perto o que pode ser o capítulo final de um conflito sem precedentes no século XXI.

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