BRASIL ENTRA NA MIRA DE TRUMP: investigação americana por trabalho forçado e ameaça de tarifas colocam governo Lula na defensiva
O Brasil voltou ao radar das tensões com os Estados Unidos. Além de figurar na lista de países investigados pela Representação Comercial americana (USTR) por práticas de trabalho forçado, a tensão diplomática cresceu ainda mais após os EUA revogarem o visto de um assessor próximo ao governo Lula. O cenário preocupa empresários e trabalhadores brasileiros que dependem do comércio com a maior economia do mundo.
Investigação por trabalho forçado
A Representação Comercial dos EUA abriu investigação sobre práticas trabalhistas em setores produtivos brasileiros, o que pode embasar a imposição de tarifas sobre produtos nacionais. Alckmin tentou minimizar o caso, afirmando que o Brasil tem compromisso com o combate ao trabalho forçado e que a investigação americana não mira exclusivamente o país — mas a realidade é que o governo petista nunca resolveu de fato os gargalos de fiscalização nas cadeias de fornecimento.
Vistos revogados e friagem diplomática
A revogação do visto de um assessor do governo brasileiro pelos EUA adicionou mais tensão ao relacionamento entre Brasília e Washington. Analistas apontam que a postura de Lula de se aproximar de regimes autoritários como Venezuela, Cuba e Irã, além de resistir às sanções internacionais, tem custado caro diplomaticamente. O trabalhador e o empreendedor brasileiro são quem pagam essa conta — com mais incerteza, câmbio pressionado e risco de perder mercado para concorrentes.
Com o agravamento da guerra no Oriente Médio e o aumento das tensões comerciais globais, o Brasil precisa urgentemente de um rumo diplomático que proteja os interesses do cidadão brasileiro, e não de ideologias de esquerda que isolam o país do Ocidente.