🇮🇷 “MORREREMOS PELO IRÔ: 14 MILHÕES SE INSCREVERAM COMO MÁRTIRES — REGIME MOBILIZA POPULAÇÃO ENQUANTO BOMBARDEIOS CONTINUAM
O regime dos aiatolás deu mais um passo na escalada suicida: autoridades iranianas anunciaram que 14 milhões de cidadãos se inscreveram voluntariamente para “sacrificar suas vidas” pela República Islâmica. O número é usado como propaganda do regime para mostrar coesão nacional, mas especialistas lembram que inscrever-se numa lista em estado totalitário tem pouco a ver com escolha livre. Enquanto isso, os bombardeios americanos e israelenses continuam ceifando infraestrutura estratégica.
Propaganda ou Realidade?
O anúncio dos 14 milhões de “voluntários ao martírio” chega num momento em que o Irã enfrenta sua pior crise desde a Revolução de 1979. Com o líder supremo Khamenei inconsciente e em tratamento médico, o vácuo de poder é real. Generais e clérigos disputam quem vai conduzir a resposta — ou a rendição — diante da pressão combinada de Trump, Israel e da coalizão ocidental. Mobilizar civis como escudo retórico é o recurso mais antigo dos regimes autoritários.
Petróleo em Alta, Trabalhador Paga
Enquanto líderes do mundo debatem a guerra, o trabalhador brasileiro já sente o impacto: os preços do petróleo subiram após os ataques à ilha de Kharg, principal hub de exportação de petróleo iraniano. Com Kharg sob ataque e o Estreito de Ormuz em disputa, a pressão sobre os preços do combustível no Brasil — que o governo Lula já subsidia com mais imposto — deve se intensificar nas próximas semanas. A conta da geopolítica, como sempre, cai no bolso de quem trabalha.