MILEI UM ANO DEPOIS: Argentina Corta Déficit, Derruba Inflação e Mostra que Ajuste Fiscal Funciona — Lição que o Brasil Ignora
Um ano após as medidas mais duras do governo Javier Milei na Argentina, os números começam a confirmar o que os céticos recusavam aceitar: o ajuste fiscal radical funciona. O país reduziu o déficit primário de quase 5% do PIB para próximo de zero, derrubou a inflação mensal de 25% para abaixo de 3% e voltou a atrair investimentos estrangeiros que haviam deixado o país durante os anos de kirchnerismo.
O desempenho econômico argentino contrasta com o cenário brasileiro. Enquanto Lula insiste em gastar mais do que arrecada, amplia o funcionalismo público e empurra a dívida para patamares recordes, Milei fez o oposto: demitiu ministérios inteiros, cortou subsídios, eliminou órgãos parasitários do Estado e colocou a casa em ordem. O Fundo Monetário Internacional, historicamente crítico de ajustes bruscos, elogiou a Argentina e aprovou um novo pacote de apoio ao país.
No Brasil, economistas liberais usam o exemplo argentino para pressionar o governo Lula a cortar gastos. “A Argentina mostrou que não existe mágica — ou você ajusta agora, ou o mercado ajusta para você de forma muito mais dolorosa”, disse um analista consultado pelo Bom Senso News. O trabalhador brasileiro paga os juros mais altos do mundo justamente porque o governo se recusa a equilibrar as contas públicas. A eleição de 2026 pode ser o momento em que o eleitor cobra essa conta.