🚪 ALCKMIN DEIXA O MDIC E PROVOCA: ‘Quem Apoia Ditadura Não Deveria Ser Candidato’ — Vice Mira Eleições 2026
O vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) deixou formalmente o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) nesta quinta-feira (2), em café da manhã com jornalistas, marcando sua transição para a corrida eleitoral de 2026.
Na ocasião, Alckmin fez uma declaração provocativa voltada à oposição: “Democracia, nós salvamos a democracia, versus ditadura, autoritarismo. Nós, eu e o presidente Lula, salvamos a democracia. Aqueles que apoiam ditadura não deveriam nem ser candidato.”
Alvo: Flávio Bolsonaro
Questionado sobre o crescimento do senador Flávio Bolsonaro (PL-SP) nas pesquisas eleitorais, Alckmin minimizou, alegando que na maioria das aferições o presidente Lula venceria. A declaração soa como resposta direta ao avanço da oposição nos levantamentos mais recentes, que já mostram Flávio Bolsonaro vencendo Lula no segundo turno.
Contradições históricas
A afirmação de Alckmin sobre ditaduras contrasta com episódios marcantes de seu próprio governo. Em 2024, ele representou o Brasil na posse do presidente iraniano Masoud Pezeshkian em Teerã, onde esteve próximo de Ismail Haniyeh, líder do Hamas — organização terrorista. O grupo foi fundado sobre bases autoritárias e antissemitas.
Além disso, o PT mantém relações históricas com as ditaduras de Venezuela e Cuba. No primeiro mandato de Lula, em 2005, o presidente chegou a dizer que a Venezuela de Hugo Chávez vivia um “excesso de democracia”.
Debandada no governo
A saída de Alckmin se soma a um movimento mais amplo no governo Lula: ao menos 18 dos 37 ministros deixarão os cargos para disputar as eleições de outubro de 2026. Entre os que já saíram estão Marina Silva (Meio Ambiente), Renan Filho (Transportes) e Fernando Haddad (Fazenda).
- Alckmin deixa o MDIC e foca na campanha eleitoral de 2026
- Declarou que “quem apoia ditadura não deveria ser candidato”
- Minimizou crescimento de Flávio Bolsonaro nas pesquisas
- Em 2024, representou o Brasil na posse do presidente iraniano ao lado de líder do Hamas
- PT historicamente aliado das ditaduras de Venezuela e Cuba
Fontes: Gazeta do Povo, CNN Brasil, G1