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POLíTICA

FLÁVIO BOLSONARO MONTA CHAPA 2026: Zema Como Vice, Nikolas Fica em Minas e PL-Novo Repete Fórmula Vencedora do Sul

FLÁVIO BOLSONARO MONTA CHAPA 2026: Zema Como Vice, Nikolas Fica em Minas e PL-Novo Repete Fórmula Vencedora do Sul

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) entra na reta final de montagem de sua chapa presidencial para outubro de 2026 com um trunfo estratégico na mão: o governador Romeu Zema (Novo-MG) como potencial vice. A combinação PL-Novo, que já varreu eleições nos estados do Sul, pode ser decisiva no maior estado-pêndulo do país — Minas Gerais, com o segundo maior colégio eleitoral do Brasil.

Zema: Vice Ideal ou Candidato Próprio?

Apesar de manter a pré-candidatura presidencial, Zema é cotado nos bastidores do PL para compor a chapa com Flávio Bolsonaro na vice-presidência. O governador mineiro reúne atributos que o tornam valioso para a direita: alta aprovação popular, perfil técnico, alinhamento com o mercado financeiro e histórico de outsider. Ele se elegeu governador pela primeira vez em 2018 como desconhecido e foi reeleito no primeiro turno em 2022. O paralelo com Jair Bolsonaro em 2018 — vitória do movimento antipolítica contra o PT — é comparação frequente entre os aliados do mineiro.

Nikolas Fica em Brasília — e o PL Tem Três Opções em Minas

O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG), um dos nomes mais populares da direita, não pretende deixar o Congresso Nacional. O jovem parlamentar busca a reeleição e não estará na chapa estadual mineira. Sem Nikolas, o PL-MG trabalha com três alternativas para fortalecer o palanque de Flávio no estado: lançar candidatura própria ao governo de Minas, apoiar o governador atual Mateus Simões (PSD) ou construir coligação com o senador Cleitinho (Republicanos-MG). O presidente estadual do partido, deputado Domingos Sávio, foi direto: “Não queremos romper com ninguém que compartilhe o mesmo propósito: tirar Lula do poder.”

O Laboratório PL-Novo e a Força da Direita Unida

A aliança PL-Novo já deu frutos concretos nos estados do Sul. Em Santa Catarina, o governador Jorginho Mello (PL) lançou o ex-prefeito Adriano Silva (Novo) como vice, enquanto Carlos Bolsonaro e Caroline de Toni disputam o Senado pelo estado. No Paraná, a recusa de Ratinho Junior (PSD) à vaga de vice impulsionou Sergio Moro para o PL, unificando a direita em torno da candidatura. Esse modelo — direita unida, sem fragmentação — é justamente o que o PL pretende replicar em escala nacional em 2026. Com Flávio Bolsonaro empatado tecnicamente com Lula nas pesquisas e o petista registrando 50,6% de rejeição, o trabalhador e a família brasileira têm uma janela histórica para mudar o rumo do país em outubro.

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