🚨 MORAES EXPANDE ZONA PROIBIDA A DRONES: Raio Ampliado de 100 Metros para 1 Km na Casa de Bolsonaro — Drones Serão Abatidos e Donos Presos em Flagrante
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes assinou nesta quinta-feira (2) uma decisão que amplia drasticamente o raio de proibição de sobrevoo de drones na residência do ex-presidente Jair Bolsonaro, em Brasília. A restrição passou de 100 metros para 1 quilômetro.
Por que a ampliação?
A decisão atendeu a um pedido do 19º Batalhão de Polícia Militar do Distrito Federal, que argumentou que o raio anterior de 100 metros ainda permitia o registro de imagens em alta resolução, “permitindo a observação minuciosa de ambientes privados e comprometendo a efetividade da medida protetiva”. Moraes acolheu integralmente o argumento.
O que acontece com quem violar a restrição?
As consequências são severas:
- O drone será abatido e apreendido
- O proprietário será preso em flagrante
- O crime imputado será atentado contra a segurança de transporte aéreo, com pena de reclusão de 2 a 5 anos
O contexto da prisão domiciliar de Bolsonaro
Jair Bolsonaro cumpre prisão domiciliar de 90 dias após o ministro Moraes autorizar a medida em caráter humanitário, em razão de quadro de broncopneumonia bacteriana. As condições impostas incluem uso de tornozeleira eletrônica, proibição do uso de celular, redes sociais e vedação de qualquer aparição em vídeos.
A decisão sobre os drones acontece dias após um incidente que colocou em risco a manutenção do benefício: o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL) exibiu o celular durante discurso no CPAC, afirmando estar gravando um vídeo para mostrar ao pai. Moraes deu 24 horas para a defesa explicar o episódio.
Oposição critica medidas como perseguição
Aliados de Bolsonaro e parlamentares de oposição vêm criticando as restrições progressivas impostas por Moraes, classificando-as como perseguição política ao ex-presidente. A ampliação da zona de exclusão de drones para 1 km — uma área equivalente ao raio protegido de instalações militares — elevou o tom das críticas nas redes sociais.
Fontes: Gazeta do Povo, G1/Globo, Agência Brasil