🚨 ESCÂNDALO: Lula Exonera Fávaro pela 4ª Vez para Barrar CPMI do INSS — Governo Usa Ministério como Ficha de Poker
Em manobra escandalosa que já se tornou prática recorrente do governo Lula, o ministro da Agricultura Carlos Fávaro (PSD-MT) foi exonerado nesta sexta-feira (27) para retomar seu mandato de senador e votar contra o relatório final da CPMI do INSS.
A decisão foi publicada em edição extra do Diário Oficial da União e pegou de surpresa a senadora suplente Margareth Buzetti (PP-MT), que já estava presente na sessão da CPMI e pretendia votar pelo relatório de oposição.
“O governo está com medo deste relatório”
Buzetti discursou indignada no microfone durante a própria sessão: “O que eu tenho para dizer é que o governo deve estar com medo, com muito medo deste relatório. Se o Lulinho tem algo a se explicar que ele venha se explicar, mas não ficar escondido atrás do papai.”
A senadora saiu do plenário de cabeça erguida, segundo suas palavras, mas não sem antes denunciar a manobra do Planalto.
Quarta exoneração em menos de 3 anos
Esta é a quarta vez que o governo Lula usa a exoneração de Fávaro como instrumento político desde 2023:
- Novembro/2023 — exonerado para votar o PL das apostas esportivas
- Dezembro/2024 — exonerado para votar o Orçamento de 2025
- Dezembro/2025 — exonerado para indicar emendas ao Orçamento de 2026
- Março/2026 — exonerado para barrar o relatório final da CPMI do INSS
Em todas as ocasiões, Fávaro retornou ao Ministério da Agricultura logo após a votação.
O que estava em jogo
O relatório final da CPMI do INSS, com mais de 4.300 páginas, pede o indiciamento de 218 pessoas, incluindo Lulinho (filho do presidente), o ex-ministro Carlos Lupi e o senador Weverton Rocha. O relator Alfredo Gaspar (União-AL) também recomenda investigações sobre a esposa de Alexandre de Moraes, o ministro Toffoli e o filho de Lewandowski — todos suspeitos de tráfico de influência envolvendo o Banco Master.
Com o STF tendo derrubado por 8 a 2 a prorrogação da CPMI e o governo garantindo votos via exoneração de ministros, o relatório acabou sendo rejeitado pelos governistas.
Fontes: Gazeta do Povo, CNN Brasil, G1