🔥 CAOS NA CPMI: Relator Lê Fala de Barroso Contra Gilmar e Sessão Vira Tumulto — Governistas Tentam Relatório Paralelo para Salvar Lulinho e Vorcaro
🚨 A sessão final da CPMI do INSS entrou em colapso nesta sexta-feira (27) quando o relator Alfredo Gaspar (União-AL) resgatou trecho em que o ministro Luís Roberto Barroso chamou o colega Gilmar Mendes de “horrível” e “psicopata” — e foi aplaudido pela oposição enquanto governistas gritavam “isso é um circo”.
O Momento que Parou a CPMI
Antes de iniciar a leitura do relatório final com mais de 200 indiciamentos, Gaspar leu publicamente a fala de Barroso para Gilmar: “Você é uma pessoa horrível, uma mistura do mal com atraso e pitadas de psicopatia. É bílis, é ódio, mau sentimento, mal secreto.”
A oposição explodiu em aplausos. O deputado Lindbergh Farias (PT-RJ) gritou: “Isso aqui é um circo? É circo?” — gerando um bate-boca generalizado. O presidente da CPMI, Carlos Viana (Podemos-MG), chegou a ameaçar expulsar Lindbergh da sessão.
O Relatório Que Pode Mudar o País
O relatório final tem 4.300 páginas e pede o indiciamento de 218 pessoas, incluindo:
- Lulinho (Fábio Luís Lula da Silva) — tráfico de influência, lavagem de dinheiro e organização criminosa
- Daniel Vorcaro — dono do Banco Master, indiciado por participação no esquema
- Carlos Lupi — ex-ministro da Previdência Social de Lula
- Senador Weverton Rocha (PDT-MA) — vice-líder do governo no Senado, apontado como “liderança e sustentáculo” do esquema
- “Careca do INSS” (Antônio Carlos Camilo Antunes) — principal operador do esquema
Governistas Articulam Sabotagem
Para bloquear os indiciamentos, parlamentares da base do governo Lula articulam a votação de um relatório paralelo que enterraria o documento de Gaspar. A maniobra visa proteger principalmente Lulinho e o senador Weverton Rocha.
O esquema desviou R$ 3,5 bilhões em 2024 — crescimento de 110% em relação ao ano anterior — por meio de descontos associativos ilegais em benefícios de aposentados e pensionistas do INSS.
O Que Acontece Agora
A leitura do relatório pode se estender até o sábado (28). O STF havia negado a prorrogação por 8 votos a 2, mas a sessão segue. O relatório ainda precisa ser votado pela comissão para se tornar o parecer final — e governistas já mostram que vão lutar até o fim para proteger os aliados do presidente Lula.
Fontes: G1/Globo, Gazeta do Povo, CNN Brasil