🚨 RELATOR PEDE PRISÃO PREVENTIVA DE LULINHO: “Indícios Concretos” de Fuga — Senado Decide o Próximo Passo
O relator da CPMI do INSS, deputado Alfredo Gaspar (União Brasil-AL), defendeu nesta sexta-feira (27) que a Advocacia do Senado peça à Justiça a prisão preventiva de Fábio Luís Lula da Silva, o “Lulinho”, filho do presidente Lula.
O Que Motivou o Pedido
Gaspar justificou o pedido com base em “indícios concretos” da possibilidade de fuga de Lulinho para escapar de punições decorrentes das investigações. O relatório final da CPMI aponta que o filho do presidente mantinha vínculos com operadores centrais do esquema de fraudes no INSS — incluindo viagens internacionais e transações financeiras suspeitas em parceria com Antônio Carlos Camilo Antunes, o “Careca do INSS”.
O Que Diz o Relatório
O documento propõe medidas para prisão preventiva de todos os indiciados que ainda não estejam presos, incluindo Lulinho, Daniel Vorcaro (Banco Master) e mais de 200 pessoas ao total. O relator argumenta:
- Gravidade das condutas apuradas
- Extensão dos danos ao sistema previdenciário e às vítimas
- Necessidade de garantir a aplicação da lei penal e a ordem pública
A Defesa Reage
O advogado Marco Aurélio Carvalho, representando Lulinho, divulgou nota afirmando que a proposta “só revela o caráter eleitoral da atuação do relator” Alfredo Gaspar. A defesa nega qualquer relação direta ou indireta com os fatos investigados pela CPMI.
Próximos Passos
O relatório de Gaspar ainda precisa ser votado pela comissão para se tornar o parecer final. Governistas articulam a votação de um relatório paralelo para derrotar o documento. Caso aprovado, o Senado encaminharia as recomendações ao Ministério Público Federal e à Polícia Federal para as medidas cabíveis — inclusive eventuais pedidos de prisão preventiva ao Judiciário.
Importante: A CPMI não tem poder de determinar prisões diretamente — apenas propõe que a Advocacia do Senado ou o MPF acione a Justiça.
Fontes
G1 / Globo, Jovem Pan, Gazeta do Povo — 27/03/2026