🇦🇷 VITÓRIA HISTÓRICA DE MILEI: Tribunal dos EUA Reverte Condenação de US$ 16 Bilhões da YPF — Argentina Livra-se de Herança Kirchnerista
O presidente da Argentina, Javier Milei, celebrou nesta sexta-feira (27) uma decisão que ele mesmo chamou de “a maior conquista jurídica da história nacional”: o Tribunal de Apelações do Segundo Circuito de Nova York aceitou o pedido do governo argentino para anular o processo de produção de provas que visava forçar o pagamento de US$ 16 bilhões à Burford Capital pela nacionalização da petrolífera YPF.
O que aconteceu?
A origem do litígio remonta a 2012, quando o governo de Cristina Kirchner — com seu ministro da Economia, Axel Kicillof — estatizou 51% da YPF, que pertencia à espanhola Repsol. Em 2023, a juíza federal Loretta Preska, do Distrito Sul de Nova York, condenou a Argentina a pagar bilhões de dólares às firmas litigantes (Burford Capital e Eton Park), além de ceder sua participação de 51% na petrolífera.
Agora, o Tribunal de Apelações aceitou o pedido argentino e anulou o processo de execução da sentença. A Argentina, sob Milei, conseguiu reverter o caminho judicial que levaria ao pagamento imediato da vultosa indenização.
Reação de Milei
Em um evento político, Milei atacou diretamente o ex-ministro kirchnerista: “Tivemos que vir consertar as cagadas do inútil, imbecil e incompetente Kicillof durante o segundo governo da corrupta e presa Cristina Kirchner”, disparou o presidente argentino.
Nas redes sociais, Milei havia descrito a decisão como “a maior conquista jurídica da história nacional” antes mesmo de se pronunciar publicamente no evento.
Por que isso importa
- A Argentina economiza o equivalente a US$ 16 bilhões — uma quantia que poderia devastar as reservas do país
- Milei herda mais uma vitória sobre o legado econômico do kirchnerismo
- A Argentina de Milei acumula conquistas: crescimento econômico, queda da inflação e agora vitória jurídica histórica nos EUA
- O contraste com o Brasil de Lula — que acumula dívidas, déficits e derrotas — torna-se ainda mais evidente
Fontes: Gazeta do Povo, G1/Globo, Jovem Pan