JASON MILLER NA CPAC: Conselheiro de Trump Posa com Flávio Bolsonaro e Declara ‘Já Ganhou a Eleição’ — Direita Internacional se Une em Dallas
A CPAC 2026, realizada em Dallas (EUA), entregou um sinal político potente para o Brasil: Jason Miller, conselheiro estratégico do presidente Donald Trump e um dos arquitetos da vitória republicana, posou ao lado do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e publicou a foto com uma mensagem direta — “O nosso próximo presidente. Já ganhou!”. A declaração ecoou nos principais portais conservadores do mundo e chegou ao Brasil como um abraço internacional à candidatura Bolsonaro.
Quem é Jason Miller?
Miller não é um admirador casual. É o homem que coordenou as comunicações de Trump na campanha de 2024, um dos principais estrategistas do movimento MAGA e fundador do GETTR, plataforma alternativa criada para combater a censura das big techs. Seu endosso explícito a Flávio — publicado no X durante o evento — representou muito mais do que uma foto protocolar: foi a direita americana dizendo ao mundo que aposta na família Bolsonaro para recuperar o Brasil.
O evento também contou com a presença de Eduardo Bolsonaro (PL-RJ), irmão de Flávio, que participou de painéis sobre liberdade de expressão e o combate ao globalismo. A participação da família na CPAC consolida a aliança estratégica entre conservadores brasileiros e americanos — aliança que Lula, incapaz de visitar os EUA sem constrangimento diplomático, nunca conseguiu construir.
O Cenário Eleitoral
A declaração de Miller vem na mesma semana em que pesquisa GERP mostrou Flávio Bolsonaro vencendo Lula no segundo turno por 48% a 45% — e empatando tecnicamente no primeiro. Para a família Bolsonaro, que navegou os últimos meses com Jair em prisão domiciliar com tornozeleira eletrônica, a viagem à CPAC foi um recado: a perseguição judicial não apagou o projeto político. Ao contrário, o fortaleceu.
Próximos Passos
Esta foi a quinta viagem internacional de Flávio desde que anunciou sua pré-candidatura. O senador retorna ao Brasil com capital político renovado, respaldo internacional e a certeza de que a direita democrática mundial está de olho no que acontece por aqui. A eleição de outubro de 2026 será, para muitos, a resposta do trabalhador brasileiro à tutela do STF e ao projeto de poder petista.