IRÃ DERRUBA F-15 E ENDURECE BLOQUEIO DE ORMUZ: Trump Estende Prazo Mas Mantém Ameaça de Atacar Usinas — Trabalhador Paga a Conta no Posto
A guerra no Oriente Médio entrou em nova fase crítica nesta sexta-feira, 27 de março. Irã e Israel trocaram ataques com mísseis enquanto Teerã mirou estados do Golfo Pérsico — e o regime iraniano anunciou ter abatido um caça F-15 que sobrevoava a costa sul do país. Trump, por ora, optou por estender o prazo do ultimato, mas manteve a ameaça de destruir as usinas elétricas iranianas caso Ormuz não seja reaberto totalmente.
O Ultimato que Parou o Mundo
Tudo começou no sábado, 21 de março, quando Trump publicou no Truth Social: “Se o Irã não ABRIR TOTALMENTE, SEM AMEAÇAS, o Estreito de Ormuz no prazo de 48 horas a partir deste exato momento, os Estados Unidos atacarão e destruirão várias USINAS ELÉTRICAS, COMEÇANDO PELA MAIOR!”. A Guarda Revolucionária iraniana respondeu na mesma moeda: se os EUA atacarem a infraestrutura do país, Ormuz será fechado completamente — e só reabrirá quando as usinas forem reconstruídas.
O prazo foi estendido. A tensão, não. Na manhã desta sexta, ataques mútuos com mísseis continuaram, e o Irã mirou estados do Conselho de Cooperação do Golfo (CCG) — os Emirados Árabes, que chegaram a fazer promoções para tentar manter turistas, estão no radar iraniano. Enquanto isso, o chanceler iraniano acusou os EUA de genocídio na Organização das Nações Unidas.
Ormuz: A Artéria do Petróleo Mundial
O Estreito de Ormuz é por onde passa cerca de 20% do petróleo consumido no mundo. Com o bloqueio parcial em vigor desde o início do mês, os preços dos combustíveis explodiram — e quem paga a conta é o trabalhador brasileiro no posto de gasolina. O governo Lula, sem política energética séria, tenta criar mais um imposto sobre o petróleo para cobrir o rombo gerado pelos subsídios do diesel, num círculo vicioso que empobrece o país.
O Que Vem Aí
O mundo aguarda a próxima decisão de Trump. Especialistas divergem: parte acredita que o presidente americano preferirá a via diplomática para não deflagrar uma guerra total; outros argumentam que o regime iraniano só entende a linguagem da força — e que deixar Ormuz nas mãos dos aiatolás é um risco que nenhuma democracia pode aceitar. O cenário permanece volátil, com consequências diretas para o preço do combustível, a cadeia do agronegócio brasileiro e a estabilidade global.