🚨 PESQUISAS BOMBAM: Datafolha e Quaest confirmam colapso econômico sob Lula — 64% compram menos e aprovação afunda
Brasília, 11 de março de 2026 — Dois levantamentos divulgados nesta quarta-feira pintam um quadro devastador para o governo Lula: tanto o Datafolha quanto a Quaest/Genial mostram que a maioria dos brasileiros sente que a economia piorou — e que o pessimismo está crescendo.
Datafolha: 46% dizem que economia piorou
O Datafolha, divulgado pelo jornal Folha de S.Paulo nesta quarta (11), mostra que 46% dos brasileiros avaliam que a situação econômica do país piorou — alta em relação aos 41% de dezembro de 2024. Apenas 24% acham que melhorou (queda de 29% para 24% no mesmo período).
- Piorou: 46% (41% em dez/24)
- Ficou como estava: 28%
- Melhorou: 24% (era 29% em dez/24)
No recorte eleitoral, 77% dos eleitores de Flávio Bolsonaro dizem que a economia piorou — contra apenas 14% dos eleitores de Lula. A pesquisa ouviu 2.004 pessoas em 137 municípios entre 3 e 5 de março.
Quaest: 48% dizem que economia piorou — e 64% compram menos
A Quaest/Genial Investimentos também confirma o pessimismo crescente: 48% dos brasileiros dizem que a economia piorou nos últimos 12 meses — alta de 43% em fevereiro para 48% agora. Ainda mais alarmante: 64% afirmam que conseguem comprar menos do que há um ano.
- Economia piorou: 48% (era 43% em fev/26)
- Vai piorar nos próximos 12 meses: 34% (era 29%)
- Preço dos alimentos subiu: 58%
- Compram menos que há 1 ano: 64%
Entre os eleitores independentes — 32% do eleitorado, cruciais para 2026 —, 50% dizem que a economia piorou.
Aprovação do governo em queda livre
Os dados se somam a outros levantamentos divulgados hoje: a Quaest/Genial também mostrou que 51% dos brasileiros desaprovam o governo Lula, com aprovação de apenas 44%. O Datafolha ainda mostra que 33% dos entrevistados dizem que sua situação financeira pessoal piorou — em dezembro, eram 26%.
O cenário de pessimismo econômico favorece diretamente a oposição: outra pesquisa Quaest divulgada hoje mostrou que Flávio Bolsonaro (PL) empatou pela primeira vez com Lula no segundo turno, ambos com 41%.
Contexto: inflação, juros e custo de vida
O pessimismo reflete a realidade das famílias brasileiras: a inflação acumulada nos últimos meses pressionou especialmente alimentos e energia. A taxa Selic, mantida em patamares historicamente altos pelo Banco Central, eleva o custo do crédito e corrói o poder de compra — especialmente das classes médias e dos trabalhadores informais.
Fontes: Datafolha (Folha de S.Paulo/G1, 11/mar/2026) · Quaest/Genial Investimentos (G1, 11/mar/2026)