🚫 TRUMP RECUSA CESSAR-FOGO: “Não Quero Paz com o Irã Agora” — Estreito de Ormuz Segue Fechado e OTAN é Chamada de Covarde
Washington, 20 de março de 2026 — O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, declarou nesta sexta-feira que não quer um cessar-fogo com o Irã no momento atual, sinalizando que a escalada militar americana no Oriente Médio está longe do fim.
“Não Quero Cessar-Fogo Agora”
Questionado sobre a possibilidade de encerrar as hostilidades, Trump foi direto: “Não quero cessar-fogo com o Irã neste momento.” O presidente acrescentou que Israel estaria disposto a parar a guerra assim que os EUA concluíssem sua ação militar — mas deixou claro que essa conclusão ainda não chegou.
Trump também falou sobre o Estreito de Ormuz, fechado pelo Irã desde o início do conflito, por onde circulam cerca de 20% de todo o petróleo consumido no mundo. Segundo ele, “seria bom” se China e Japão ajudassem a garantir a segurança no canal marítimo estratégico.
OTAN Chamada de “Covardes”
Mais cedo, Trump havia publicado no Truth Social um ataque direto aos aliados da Otan:
“Sem os EUA, a OTAN é um tigre de papel! Eles não quiseram entrar na luta para impedir um Irã com capacidade nuclear. Agora reclamam dos altos preços do petróleo, mas não querem ajudar a abrir o Estreito de Ormuz. COVARDES, e nós VAMOS LEMBRAR!”
O secretário de Defesa Pete Hegseth também havia chamado os aliados europeus de “ingratos” na véspera.
EUA Reforçam Presença Militar
- Os EUA enviaram ao Oriente Médio navios anfíbios USS Boxer, Portland e Comstock com 2.500 fuzileiros navais
- O governo americano afirmou que pode “eliminar a ilha de Kharg”, responsável por 90% das exportações de petróleo iraniano
- O Irã ameaçou caçar militares dos EUA e de Israel “até de férias”
Impacto no Brasil
O conflito já provoca reflexos diretos no Brasil: o preço do diesel disparou 25%, chegando a R$ 7,22 por litro. Entidades do setor de combustíveis emitiram nota alertando para risco de desabastecimento e pedindo ação urgente do governo federal.
O novo ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou que “o impacto da guerra será o menor possível”, mas o setor cobra medidas concretas.