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POLíTICA

🚨 TRUMP EXCLUI BRASIL DA COALIZÃO DAS AMÉRICAS E PRESSIONA LULA A ACEITAR PCC E CV COMO TERRORISTAS

🚨 TRUMP EXCLUI BRASIL DA COALIZÃO DAS AMÉRICAS E PRESSIONA LULA A ACEITAR PCC E CV COMO TERRORISTAS

Washington, 12/03/2026 — O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, assinou uma ordem executiva criando a Coalizão das Américas de Combate aos Cartéis, reunindo 17 países da região — com o Brasil explicitamente de fora. A medida aumenta dramaticamente a pressão sobre o governo Lula para aceitar a classificação do PCC (Primeiro Comando da Capital) e do Comando Vermelho (CV) como organizações terroristas internacionais.

O que diz a ordem executiva de Trump

Assinada no último sábado (7), a ordem determina que os EUA treinarão e mobilizarão os militares dos países parceiros para desmantelar cartéis e grupos criminosos no Hemisfério Ocidental. O texto afirma que esses países devem “manter ameaças externas afastadas, incluindo influências estrangeiras malignas” — referência direta à China.

Os 17 signatários incluem Argentina, Paraguai, Equador, Colômbia e outros aliados dos EUA na região. O Brasil não foi convidado — ou, segundo Trump, “talvez não quis participar”.

Por que o Brasil resiste

O governo Lula teme que a classificação do PCC e do CV como terroristas abra caminho para ações militares unilaterais dos EUA em solo brasileiro sem aprovação de Brasília. A resistência brasileira é tratada em Washington como um ponto de tensão crescente.

“Os Estados Unidos veem as organizações criminosas brasileiras, inclusive o PCC e o CV, como ameaças significativas à segurança regional em função do seu envolvimento com o tráfico de drogas, violência e crime transnacional”, afirma nota oficial americana.

Impacto na visita Lula-Trump

O presidente Lula planeja viagem a Washington para se encontrar com Trump. A data ainda está em negociação, mas o tema da classificação das facções deve dominar a pauta. O governo brasileiro enfrenta um dilema: resistir pode aprofundar o isolamento do país na coalizão de segurança regional; aceitar pode abrir precedente para intervenção estrangeira em território nacional.

Escalada já em curso

Nos últimos meses, os EUA já demonstraram disposição de agir militarmente na região:

  • México: operação que matou El Mencho contou com inteligência americana
  • Equador: Forças Armadas equatorianas bombardearam acampamentos de grupos criminosos com apoio declarado do Pentágono
  • Argentina e Paraguai: assinaram acordos de cooperação militar com Washington

O secretário de Guerra dos EUA, Pete Hegseth, confirmou que autorizou “ações cinéticas letais” em operações conjuntas na América do Sul.

Fontes: G1/Globo, CNN Brasil, Gazeta do Povo

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