🚨 MÉDICOS CONFIRMAM: BOLSONARO QUASE MORREU — Bacteremia, 3ª Pneumonia e Equipe Médica Pede Domiciliar Urgente
A equipe médica do ex-presidente Jair Bolsonaro declarou neste sábado (14) que o evento que levou à internação de emergência na sexta-feira foi um episódio que “quase o matou”. O cardiologista Claudio Birolini afirmou que uma pneumonia aspirativa pode evoluir para insuficiência respiratória e, sem intervenção rápida, levar ao óbito.
O que revelou a coletiva médica
Segundo os médicos que acompanham Bolsonaro, internado na UTI do Hospital DF Star em Brasília:
- Bacteremia confirmada: a infecção bacteriana atingiu a corrente sanguínea — o quadro clínico mais grave registrado até agora
- Saturação chegou a 80% quando deu entrada no hospital — perigosamente baixo
- Ambos os pulmões comprometidos pela broncopneumonia aspirativa bilateral
- Evolução assustadora: o cardiologista Brasil Caiado disse que sintomas começaram às 2h e, às 8h, a tomografia já mostrava alto grau de comprometimento
- É a pneumonia mais grave das três que Bolsonaro enfrentou desde 2025
- Sem previsão de alta — internação será “pelo tempo que for necessário”
A 7ª internação desde agosto de 2025
Segundo a Jovem Pan, esta é a sétima internação de Bolsonaro desde que foi colocado em prisão domiciliar em agosto de 2025. O ex-presidente está preso na “Papudinha” — o 19º Batalhão da PM no complexo da Papuda — desde 15 de janeiro de 2026, após condenação a 27 anos e 3 meses pelo STF.
Família e médicos cobram prisão domiciliar
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), filho do ex-presidente, voltou a cobrar a transferência para prisão domiciliar em frente ao Hospital DF Star:
“Estão brincando com a saúde do meu pai. Não dá mais para ficar com essa postura de achar que isso é frescura ou paranoia de que ele pode fugir”, disse Flávio.
O médico Brasil Caiado reforçou: “Em casa, a alimentação é mais adequada, o refluxo é controlado e a família está ao lado. A diferença é enorme”.
Michelle Bolsonaro e os filhos estão autorizados a visitar o ex-presidente. O ministro Alexandre de Moraes proibiu a entrada de celulares, computadores e dispositivos eletrônicos no quarto.
Tratamento atual
Bolsonaro recebe antibioticoterapia venosa e suporte clínico não invasivo. Após dois antibióticos, houve leve melhora, mas ele ainda relata enjoo, dor de cabeça e dores musculares. Não houve necessidade de intubação.
Fontes: Gazeta do Povo, Jovem Pan, G1/Globo — 14/03/2026