🚨 EUA COLOCAM PREÇO NA CABEÇA DE KHAMENEI: US$ 10 MILHÕES por informações sobre o líder supremo do Irã
Washington escalou ao nível máximo a guerra psicológica contra o Irã neste sábado (14): o Departamento de Estado dos EUA publicou um cartaz oficial oferecendo recompensa de até US$ 10 milhões por informações que levem à localização de integrantes da cúpula da Guarda Revolucionária Islâmica (IRGC), incluindo o próprio líder supremo iraniano, Mojtaba Khamenei.
O Cartaz Oficial
A peça foi divulgada pelo programa Rewards for Justice (Recompensas por Justiça), canal oficial do Departamento de Estado americano. Segundo o material, Khamenei comanda pessoalmente a estratégia iraniana no conflito — e prometeu manter os ataques contra Israel e sustentar o fechamento do Estreito de Ormuz.
Além de Khamenei, o cartaz também lista:
- Ali Larijani — assessor do líder supremo e secretário do Conselho Supremo de Segurança Nacional do Irã
- Ali Asghar Hejazi — vice-chefe de gabinete do escritório do líder supremo
- Yahya Rahim Safavi — assessor militar de Khamenei
Contexto: Guerra em Escalada
A medida ocorre menos de 24 horas após Trump anunciar o bombardeio da ilha de Kharg, principal terminal de exportação de petróleo do Irã, descrita pelo presidente americano como a “joia da coroa” do regime. O secretário de Defesa Pete Hegseth afirmou que Khamenei pode ter ficado ferido e “possivelmente desfigurado” no início do conflito.
Em discurso recente, o líder supremo iraniano prometeu não ceder: “Os ataques contra Israel continuarão e Ormuz permanecerá fechado”, declarou — escalada que ameaça 20% do petróleo global transportado pelo Estreito.
Como Denunciar
Informantes podem enviar dados por canais criptografados — incluindo a rede Tor e o aplicativo Signal — e se qualificar para a recompensa financeira e possível realocação segura dos EUA.
O que isso significa?
Colocar preço na cabeça do líder de uma nação soberana é um ato sem precedentes recentes na política americana. Analistas interpretam a medida como sinal de que Washington busca desestabilizar o regime por dentro, além de continuar os bombardeios por fora.
Fontes: Jovem Pan, G1 (Globo), Gazeta do Povo