🚨 IMPRENSA SOB ATAQUE: Fenaj e Abert repudiam intimidação a jornalistas que cobrem internação de Bolsonaro — ameaças virtuais e violência na porta do hospital
A cobertura jornalística da internação do ex-presidente Jair Bolsonaro no hospital DF Star, em Brasília, tornou-se palco de uma grave crise de liberdade de imprensa. Desde a última sexta-feira (13), profissionais que fazem o acompanhamento ao vivo na porta do hospital relatam cerco, hostilidade e ameaças — tanto presenciais quanto em redes sociais.
Entidades da imprensa se posicionam
A Federação Nacional de Jornalistas (Fenaj) e a Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (Abert) divulgaram notas de repúdio às agressões. Em nota conjunta com o Sindicato dos Jornalistas do DF, a Fenaj foi direta:
“É inadmissível que jornalistas, no pleno exercício de sua atividade profissional, sejam cercados e hostilizados na portaria de uma unidade de saúde. Mais grave ainda é o fato de que a violência física e verbal no local tenha sido amplificada por ataques virtuais coordenados.”
A entidade pediu às autoridades policiais e ao Ministério Público que identifiquem e punam os autores das ameaças virtuais e os responsáveis pela exposição indevida de dados pessoais dos profissionais de imprensa.
Abert pede apuração e punição
A Abert também foi enfática: “Nada justifica tamanha violência contra profissionais da imprensa em pleno exercício da atividade jornalística”, declarou a entidade, reafirmando a defesa da liberdade de expressão e pedindo apuração rigorosa e punição dos agressores.
Bolsonaro segue na UTI
O ex-presidente continua internado com pneumonia bacteriana bilateral causada por broncoaspiração. O boletim médico mais recente, divulgado neste domingo (15), indica que Bolsonaro evolui com estabilidade clínica, mas os médicos ampliaram a cobertura de antibióticos após nova elevação dos marcadores inflamatórios. Não há previsão de alta da UTI.
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Fontes: Jovem Pan, Gazeta do Povo