🚨 GUERRA NO ORIENTE MÉDIO: Conflito já ultrapassa 3 mil mortos em duas semanas — Israel mata 12 profissionais de saúde no Líbano
Sábado, 14 de março de 2026 — O conflito entre EUA, Israel e Irã já deixou mais de 3.000 mortos em diferentes países do Oriente Médio desde o início da guerra, há duas semanas, segundo balanço atualizado pela CNN neste sábado (14). O número representa salto significativo em relação às 2.000 vítimas registradas na manhã deste mesmo dia.
Novo massacre no Líbano
A notícia mais grave das últimas horas vem do Líbano: pelo menos 12 profissionais de saúde foram mortos em um ataque israelense que atingiu um centro médico na cidade de Borj Qalaouiye, no sul do país, informou o Ministério da Saúde Público libanês.
O total de mortos no Líbano já chega a 773 pessoas, incluindo 103 crianças. Mais de 800 mil pessoas foram deslocadas de suas casas desde que Israel emitiu ordens de retirada em larga escala — o que já afeta 10% do território libanês.
Balanço geral por país
- Irã: mais de 1.300 civis mortos (incluindo 205 crianças) + 1.122 militares = mais de 2.400 mortes iranianas
- Líbano: pelo menos 773 mortos, incluindo 103 crianças e 15 médicos/socorristas
- Israel: 15 mortos, incluindo 9 em ataque de míssil em Beit Shemesh
- EUA: 13 militares mortos — 6 em queda de avião no Iraque e outros em ataques iranianos
- Iraque: pelo menos 32 mortos, maioria das forças pró-Irã (PMF)
- Kuwait, Emirados, Bahrein, Omã, Arábia Saudita: mortes adicionais em ataques com mísseis e drones
Situação atual
A guerra teve início em 28 de fevereiro de 2026, quando um ataque coordenado entre EUA e Israel matou o líder supremo do Irã, Ali Khamenei, em Teerã. Desde então, o regime iraniano vem respondendo com ataques contra bases americanas no Kuwait, Bahrein, Catar e Emirados Árabes Unidos, além de drones e mísseis contra países do Golfo.
Neste sábado, após o bombardeio americano à Ilha de Kharg — principal terminal petrolífero do Irã —, as forças iranianas intensificaram os contra-ataques. O novo líder iraniano declarou que o Estreito de Ormuz deve permanecer fechado, ameaçando 20% do petróleo transportado mundialmente.
O presidente Donald Trump afirmou que não atingiu a infraestrutura petrolífera de Kharg, mas advertiu que poderá reconsiderar caso o Irã persista no bloqueio de Ormuz.