🚨 GUERRA IRÃ: EUA Reforçam Ataque com 2.500 Fuzileiros Navais e Navio de Guerra no Oriente Médio
Enquanto o mundo ainda processa o impacto do bombardeio à Ilha Kharg — a “joia da coroa” do petróleo iraniano — os Estados Unidos anunciaram nesta sexta-feira (13) o envio de mais 2.500 fuzileiros navais e um navio de guerra para o Oriente Médio, sinalizando escalada contínua no conflito contra o Irã.
Escalada Militar Americana
O reforço militar acontece em paralelo ao ataque americano à Ilha Kharg, que concentra 90% das exportações de petróleo iraniano — cerca de 7 milhões de barris por dia. Trump disse que o ataque “obliterou completamente” todos os alvos militares na ilha.
- 2.500 fuzileiros navais adicionais enviados ao teatro de operações
- Navio de guerra deslocado para a região
- Trump ameaçou atacar a infraestrutura de petróleo se o Irã bloquear o Estreito de Ormuz
- Emirados Árabes prenderam 45 pessoas por filmar e divulgar vídeos dos ataques
Trump Ameaça e Pressiona
Em publicação na Truth Social, Trump declarou que o Irã “não tem capacidade de defender nada que os Estados Unidos queiram atacar” e reiterou que o regime nunca obterá arma nuclear. O presidente americano também afirmou que pode reconsiderar o não ataque à infraestrutura de petróleo caso o Irã tente bloquear o Estreito de Ormuz.
“As Forças Armadas do Irã, e todos os demais envolvidos com esse regime terrorista, fariam bem em depor as armas”, escreveu Trump.
Impacto Econômico Global
O banco JP Morgan alertou que “um ataque direto interromperia imediatamente a maior parte das exportações de petróleo bruto do Irã, provavelmente desencadeando uma forte retaliação no Estreito de Ormuz ou contra a infraestrutura energética regional”.
O Irã arrecadou em 2024 cerca de US$ 78 bilhões em exportações de petróleo e gás. A maior parte da produção tem como destino a China.
Balanço do Conflito
Após duas semanas de guerra, o saldo já ultrapassa 1.300 mortos no Irã e 773 no Líbano. A pressão internacional sobre Trump cresceu após o bombardeio a uma escola em Minab que matou 150 crianças — episódio que os EUA admitiram ter causado.
Fontes: G1/Globo, Gazeta do Povo, CNN Brasil