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POLíTICA

🚨 GILMAR LEVA LULINHA AO PLENÁRIO: STF vai decidir em sessão presencial quebra de sigilo do filho de Lula — investigação da CPMI do INSS em xeque

🚨 GILMAR LEVA LULINHA AO PLENÁRIO: STF vai decidir em sessão presencial quebra de sigilo do filho de Lula — investigação da CPMI do INSS em xeque

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes pediu destaque nesta sexta-feira (13) no julgamento que discute a suspensão da quebra de sigilo de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Com a decisão, o caso sai do plenário virtual e será analisado presencialmente pelos ministros da Corte. A data do julgamento ainda não foi definida.

O que está em jogo

O processo trata da decisão do ministro Flávio Dino que suspendeu as quebras de sigilo aprovadas pela CPMI do INSS — a comissão parlamentar que investiga fraudes bilionárias no Instituto Nacional do Seguro Social. Entre as medidas suspensas está exatamente a quebra dos sigilos bancário e fiscal de Lulinha.

A CPMI havia aprovado, em fevereiro, um pacote com dezenas de requerimentos, incluindo o monitoramento financeiro do filho do presidente e de outras pessoas investigadas. Dino suspendeu tudo argumentando que a aprovação foi feita em bloco, sem análise individual de cada caso.

Gilmar interrompe o julgamento virtual

O julgamento estava em andamento no plenário virtual e tinha previsão de encerramento em 20 de março. Com o pedido de destaque de Gilmar Mendes, a análise foi imediatamente interrompida e será reiniciada do zero em sessão presencial — com data ainda a ser marcada.

A decisão questionada foi tomada após pedido da defesa da empresária Roberta Luchsinger, amiga de Lulinha, que também teve seus sigilos quebrados pela CPMI e recorreu ao STF.

O que significa

A transferência para o plenário presencial adia e torna mais visível o julgamento sobre a investigação do filho do presidente. Em sessão presencial, os ministros debatem abertamente, e o resultado tem mais repercussão política. Para os parlamentares da CPMI, a decisão de Dino representa um obstáculo às investigações sobre corrupção no INSS.

Fontes: Gazeta do Povo, Jovem Pan, G1/Globo

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