🚨 EUA ACUSAM MORAES DE CENSURA E GUERRA JURÍDICA: Departamento de Estado Expressa “Sérias Preocupações” com Liberdade de Expressão no Brasil — Câmara Americana Diz que Ministro Ameaça Eleição 2026
O governo dos Estados Unidos escalou a pressão sobre o Brasil nesta quarta-feira (1º): enquanto o Departamento de Estado afirmou acompanhar com “sérias preocupações” decisões judiciais e do governo Lula que restringem a liberdade de expressão, o Comitê Judiciário da Câmara dos Representantes divulgou um relatório explosivo acusando o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), de praticar censura e guerra jurídica que podem interferir na eleição presidencial brasileira de outubro.
Departamento de Estado: Ações do Governo Lula “Suprimem Opiniões Políticas de Forma Secreta”
Em nota ao portal Metrópoles, o Departamento de Estado americano declarou monitorar supostas ações do governo brasileiro para “suprimir” críticos e ordens judiciais que vão contra o direito de usuários de se expressarem nas redes sociais. A pasta disse ter manifestado preocupação com decisões da Justiça brasileira consideradas “amplas e desproporcionais”, que restringem o acesso à informação.
Além disso, o Departamento criticou ações do governo Lula que, segundo Washington, “de forma secreta suprimem opiniões políticas desfavoráveis — incluindo as de jornalistas e autoridades eleitas — sem o devido processo legal”. A nota não citou quais medidas específicas seriam estas, mas o contexto aponta diretamente para as ordens sigilosas de Moraes contra a família Bolsonaro.
Câmara dos EUA: Moraes Pratica “Censura Global” e Ameaça a Democracia Brasileira
O relatório do Comitê Judiciário — presidido pelo deputado republicano Jim Jordan — é ainda mais contundente. O documento acusa Moraes de emitir ordens de remoção de conteúdo em âmbito global, coordenar ações com censores americanos e estrangeiros e retirar proteções legais de plataformas americanas.
- “As ações do Brasil demonstram que não busca apenas silenciar a dissidência dentro de suas fronteiras, mas suprimir a liberdade de expressão em todo o mundo, inclusive nos EUA”, diz o relatório.
- O comitê aponta que entre setembro de 2025 e fevereiro de 2026, Moraes emitiu série de ordens contra Eduardo Bolsonaro — que reside nos EUA — proibindo até mesmo que as plataformas revelassem ao alvo a existência das ordens sigilosas.
- Em novembro de 2025, ao mesmo tempo em que censurava Eduardo, Moraes votou a favor de julgá-lo por sua atuação política nos Estados Unidos.
- O relatório lembra que Flávio Bolsonaro e Lula estão “virtualmente empatados” nas pesquisas presidenciais e alerta que a guerra jurídica de Moraes pode prejudicar a capacidade da família Bolsonaro de se manifestar antes das eleições.
Washington Alerta: Liberdade de Expressão dos Americanos Está em Risco
O comitê americano foi direto ao afirmar que as ordens do STF representam “uma ameaça à liberdade de expressão dos americanos” e que continuará monitorando as ameaças de censura estrangeira para subsidiar legislação que proteja os direitos fundamentais dos cidadãos dos EUA. A escalada ocorre após o governo Trump já ter divulgado relatório criticando o Pix, as tarifas brasileiras e a pirataria na 25 de Março — sinalizando que o Brasil tornou-se alvo privilegiado da agenda americana.
STF e Governo Lula Não Responderam
A Gazeta do Povo solicitou posicionamento de Moraes por meio da assessoria do STF, mas não obteve retorno até o fechamento da reportagem. O governo Lula também não se pronunciou oficialmente sobre a nota do Departamento de Estado.
- Departamento de Estado dos EUA: “sérias preocupações” com censura e supressão de opiniões no Brasil
- Comitê Judiciário da Câmara dos EUA acusa Moraes de censura global e guerra jurídica
- Eduardo Bolsonaro teve contas e publicações alvo de ordens sigilosas de Moraes nos EUA
- Relatório alerta para interferência nas eleições brasileiras de outubro de 2026
- Moraes e Lula não responderam às acusações
Fontes: Gazeta do Povo, Metrópoles, G1/Globo — 01-02/04/2026