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BRASIL

🚨 ESTAMOS NO LIMITE: Homens Autodeclarados Trans em Presídios Femininos Armam, Ameaçam e Aterrorizam Presas e Agentes

🚨 ESTAMOS NO LIMITE: Homens Autodeclarados Trans em Presídios Femininos Armam, Ameaçam e Aterrorizam Presas e Agentes

Brasília/Fortaleza, 21 de março de 2026 — Policiais penais femininas de todo o Brasil estão pedindo socorro. Agentes ouvidas sob anonimato pela Gazeta do Povo descrevem um cenário de deterioração acelerada nas unidades prisionais femininas, provocado pela chegada de homens autodeclarados trans sem qualquer critério objetivo para barrar seu ingresso.

O Que Está Acontecendo na Colmeia

Na Penitenciária Feminina do Distrito Federal — a Colmeia —, mais de 80 presos que se autodeclaram trans convivem com detentas. As agentes relatam mudança radical no perfil de violência: fabricação de armas artesanais, motins, destruição de celas e assédio sistemático às presas e às próprias agentes.

“Não é um presídio de segurança máxima. Muitos são dependentes químicos e vão para lá na tentativa de conseguir medicamento controlado. Eles recebem e vendem. Desde que chegaram, isso virou hábito — quase não havia com as mulheres antes. Depois deles, piorou muito”, relatou uma agente à reportagem.

A mesma agente descreve episódios de exibicionismo: durante o banho de sol, detentos trans conseguem ver o pátio feminino pelos banheiros sem porta. “Tem trans que se masturba enquanto tem cis no pátio. Tem uns que falam na cara da gente que não são trans, que querem ficar ali porque é melhor.”

Motim em Fevereiro: Armas e Celas Destruídas

Em fevereiro, uma cela de detentos trans na Colmeia foi palco de motim. Os envolvidos fabricaram armas brancas e arrancaram uma pia de concreto da parede, destruindo a cela. O clima de ameaça é constante. No Ceará, uma tentativa recente de transferir homens autodeclarados trans para presídio feminino foi frustrada após resistência interna das agentes.

A Norma do CNJ Que Permite Tudo Isso

A Resolução 348/2020 do CNJ usa a autodeclaração como único critério para que um preso escolha cumprir pena em unidade feminina. Não é exigida cirurgia, laudo médico nem tratamento hormonal. A Associação Matria entrou com ADI 7826 no STF para contestar a norma. O STF ainda não julgou. O CNJ, questionado, não respondeu.

Enquanto a Corte delibera, são as mulheres — presas e trabalhadoras do sistema penal — que pagam o preço de uma política ideológica desconectada da realidade do cárcere.

Fonte: Gazeta do Povo

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