🚔 FICTOR + COMANDO VERMELHO: PF Revela Que Grupo Ligado ao Conselhão de Lula Lavava Dinheiro Com Facção Criminosa
A Polícia Federal revelou nesta semana que o grupo empresarial Fictor e integrantes do Comando Vermelho utilizavam a mesma estrutura financeira para lavar dinheiro e aplicar fraudes contra bancos. A operação, batizada de Fallax, aponta movimentações que podem ultrapassar R$ 500 milhões.
Lulinha e o Membro do Conselhão
O empresário Luiz Rubini, indicado ao Conselho de Desenvolvimento Econômico Social Sustentável (o chamado “Conselhão”) pelo governo Lula em 2025, viajou à China ao lado de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente, durante comitiva oficial. A viagem ganhou repercussão após Rubini se tornar alvo de investigação da PF por suspeitas de fraudes bancárias e lavagem de dinheiro.
A investigação aponta indícios de crimes envolvendo instituições como Caixa, Banco do Brasil, Bradesco, Santander e Safra. O atual CEO da Fictor, Rafael Góis, também foi atingido pela operação, com apreensão de celular. A defesa de Lulinha nega qualquer relação comercial com Rubini.
Esquema de Lavagem
Segundo a PF, o modelo criminoso envolvia:
- Empresas de fachada e uso de “laranjas”
- Manipulação contábil para liberar crédito com dados falsos
- Participação de funcionários de instituições financeiras
- Ocultação de recursos do crime organizado
TCU Aponta Falhas que Fortalecem Facções
Uma auditoria do Tribunal de Contas da União (TCU) identificou falhas na execução do Programa de Proteção Integrada de Fronteiras durante o governo Lula, com baixa aplicação de recursos entre 2024 e 2025. O relatório aponta que essas fragilidades facilitam a entrada de drogas, armas e contrabando, fortalecendo facções criminosas como CV e PCC e ampliando riscos à segurança pública.
O governo ainda não se manifestou sobre o caso Fictor. A Fictor pediu recuperação judicial após tentativa frustrada de comprar o Banco Master.
Fontes: Gazeta do Povo, Sem Rodeios — 26/03/2026