🔥 Trump recusa cessar-fogo no Irã: “Não paro quando estou aniquilando o adversário” — Reino Unido libera bases para ataques
Washington/Londres, 21 de março de 2026 — O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, recusou categoricamente qualquer cessar-fogo no conflito com o Irã, enquanto o Reino Unido autorizou formalmente o uso de bases britânicas para ataques americanos a instalações iranianas no Estreito de Ormuz.
“Não faço cessar-fogo quando estou aniquilando”
Ao falar com jornalistas na Casa Branca nesta sexta-feira (20), Trump foi direto ao ponto:
“Não quero um cessar-fogo. Você não faz um cessar-fogo quando está literalmente aniquilando o adversário.”
A declaração vem no 21º dia do conflito iniciado em 28 de fevereiro, quando os EUA e Israel intensificaram operações militares contra o programa nuclear iraniano.
Reino Unido abre bases britânicas
Em movimento significativo, Downing Street confirmou que o Reino Unido autorizou os Estados Unidos a usar bases britânicas para “operações defensivas” destinadas a neutralizar posições e capacidades de mísseis iranianos usados para atacar navios no Estreito de Ormuz.
- A autorização veio horas após Trump chamar aliados europeus de “covardes” por não quererem se envolver militarmente
- Londres já havia enviado meios aéreos para apoiar os aliados desde o início do conflito
- A Casa Branca afirmou que os EUA podem “neutralizar a ilha iraniana de Kharg” quando quiserem, se o presidente der a ordem
Irã responde: “O inimigo foi derrotado”
Do lado iraniano, o líder supremo Mojtaba Khamenei — que sucedeu o pai Ali Khamenei, morto no primeiro dia da guerra — enviou mensagem pelo Nowruz (Ano Novo persa) afirmando que “o inimigo foi derrotado”, negando que forças iranianas tenham atacado a Turquia e Omã.
Escalada terrestre no horizonte
O conflito, até agora predominantemente aéreo, pode escalar para operações terrestres. Os EUA planejam enviar tropas adicionais do Corpo de Fuzileiros Navais para a região — sinal de que a Casa Branca prepara uma fase mais intensa das operações.
Fontes: Jovem Pan, Gazeta do Povo, CNN Brasil