🔥 PORTA-AVIÕES DOS EUA PEGA FOGO E KC-135 CAI NO IRAQUE: Série de acidentes abala Operação Fúria Épica contra o Irã
A guerra dos Estados Unidos e Israel contra o Irã completa duas semanas marcadas por uma série de acidentes militares americanos que preocupam o Pentágono. Nesta quinta-feira (12), dois novos incidentes graves foram confirmados pelo Comando Central dos EUA (Centcom).
Porta-aviões USS Gerald Ford pega fogo
O porta-aviões USS Gerald Ford, principal plataforma naval americana nas operações do Oriente Médio, registrou um incêndio a bordo que deixou dois tripulantes feridos. A informação foi confirmada por autoridades militares americanas. O navio segue operacional, mas o incidente eleva a preocupação com a segurança das operações na região.
KC-135 cai no Iraque — Centcom nega fogo inimigo
Um avião-tanque Boeing KC-135 Stratotanker da Força Aérea americana caiu no oeste do Iraque durante missão de apoio à ofensiva. O Centcom informou que o acidente ocorreu em espaço aéreo aliado, sem relação com fogo inimigo ou fogo amigo — contrariando versões anteriores de milícias que reivindicaram o abate da aeronave.
Duas aeronaves estiveram envolvidas no incidente: uma caiu em território iraquiano, enquanto a segunda pousou com segurança. Equipes de resgate foram mobilizadas, sem confirmação sobre o estado dos tripulantes até o fechamento desta edição.
Série de baixas acidentais preocupa
A queda do KC-135 e o incêndio no Gerald Ford se somam a outros acidentes desde o início da Operação Fúria Épica, em 28 de fevereiro:
- Três caças F-15E derrubados por engano por sistemas de defesa aérea do Kuwait — seis militares se ejetaram e foram resgatados
- Gastos de “anos de arsenal” em menos de duas semanas de conflito, segundo o próprio Pentágono
Analistas militares alertam que o ritmo acelerado das operações e a complexidade do teatro de guerra no Oriente Médio aumentam o risco de acidentes e erros de identificação.
Guerra continua
Apesar das baixas acidentais, os bombardeios americanos e israelenses ao Irã continuam. Israel confirmou a morte de um cientista nuclear iraniano e ameaçou líderes do regime. O Irã mantém pressão sobre o Estreito de Ormuz, onde 20% do petróleo mundial segue ameaçado — contribuindo para o barril de petróleo acima de US$ 100.
Fontes: Gazeta do Povo, G1/Globo, Comando Central dos EUA (Centcom)