🔥 HEGSETH DEMITE COMANDANTE DO EXÉRCITO DOS EUA: General Randy George é Afastado com Efeito Imediato — Mais de Uma Dúzia de Generais Já Foram Expulsos
O secretário de Defesa dos Estados Unidos, Pete Hegseth, pediu nesta quinta-feira (2) a saída imediata do general Randy George, chefe do Estado-Maior do Exército americano. A demissão foi confirmada pelo porta-voz do Pentágono, Sean Parnell, na rede X, e pela agência Reuters.
Por Que Hegseth Demitiu Randy George?
Segundo a CBS News, que revelou a informação em primeira mão, Hegseth quer alguém no comando do Exército totalmente alinhado à visão dele e do presidente Donald Trump. O general George havia sido indicado pelo então presidente Joe Biden e confirmado pelo Senado em 2023, com mandato previsto até 2027.
O porta-voz do Pentágono publicou no X que Randy George “se aposentará do cargo, com efeito imediato”.
Quem Era Randy George?
- Oficial de infantaria formado pela Academia Militar de West Point
- Veterano da Guerra do Golfo, Iraque e Afeganistão
- Indicado por Biden em 2023, com mandato até 2027
- Seria substituído possivelmente pelo general Christopher LaNeve, atual vice-chefe do Estado-Maior
Uma Purga Sem Precedentes
A demissão de George é mais uma em uma série de expurgos promovidos por Hegseth desde que assumiu o Pentágono em 2025. Entre os demitidos estão:
- General CQ Brown — chefe do Estado-Maior Conjunto
- Almirante Lisa Franchetti — chefe de Operações Navais
- General James Slife — vice-chefe da Força Aérea
- Tenente-general Jeffrey Kruse — diretor da Agência de Inteligência de Defesa
No total, mais de uma dúzia de oficiais de alta patente já foram demitidos ou forçados a se aposentar por Hegseth, que chegou ao Pentágono com o objetivo declarado de eliminar políticas de diversidade do alto comando militar americano.
Contexto: Em Plena Guerra contra o Irã
A demissão ocorre enquanto os EUA e Israel travam guerra contra o Irã, já no segundo mês de conflito iniciado em 28 de fevereiro. A troca de comando do Exército americano em meio a uma guerra ativa é considerada um movimento incomum e de alto risco por analistas militares.
Trump havia dito na quarta-feira (1°) que a guerra pode terminar em “duas a três semanas”, mas também ameaçou intensificar ataques e não descartou operações terrestres no território iraniano.
Fontes: G1/Reuters, CBS News, Gazeta do Povo