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BRASIL

🔥 DINO INTIMIDA CPMI: STF Barra Quebra de Sigilo do Lulinho e Intima Senador Viana por Doações à Igreja de Cunhado de Vorcaro

🔥 DINO INTIMIDA CPMI: STF Barra Quebra de Sigilo do Lulinho e Intima Senador Viana por Doações à Igreja de Cunhado de Vorcaro

O Supremo Tribunal Federal voltou a blindar o governo Lula e a interferir nos trabalhos do Congresso. O ministro Flávio Dino intimou nesta quinta-feira (19) o senador Carlos Viana (Podemos-MG), presidente da CPMI do INSS, para que explique em cinco dias úteis o repasse de R$ 3,6 milhões em emendas Pix à Fundação Oasis — braço da Igreja Batista da Lagoinha, cujo pastor Fabiano Zettel é cunhado de Daniel Vorcaro, dono do Banco Master.

A investida veio exatamente após a CPMI aprovar a quebra de sigilo de Fábio Luís da Silva, o Lulinho, filho do presidente Lula, que foi imediatamente anulada pelo próprio Dino. O senador Viana não engoliu a manobra: “Sigo cumprindo o meu dever: conduzir uma investigação que começa a incomodar quem nunca quis ver a verdade aparecer. Responderei nos autos, dentro do prazo estabelecido.”

Em sua defesa, Viana foi categórico: as emendas foram enviadas às prefeituras, que aprovaram os planos de trabalho. “A igreja não recebeu um tostão. Foi para as prefeituras.” O senador disse que continuará doando para a instituição, que gasta R$ 10 milhões por ano na recuperação de moradores de rua e dependentes químicos. Para o trabalhador e o cidadão comum, fica a pergunta: por que o STF corre para bloquear investigações que chegam perto do poder, mas demora para resolver casos que afetam o povo?

STF e a arte de blindar aliados

Este é mais um capítulo da sequência de interferências do STF nas comissões parlamentares. A CPMI do INSS, presidida por Viana, investiga a teia de corrupção que desviou bilhões da Previdência — um escândalo que envolve nomes poderosos e conexões diretas com o Caso Master. Cada vez que a comissão avança, surge uma decisão judicial para travar o trabalho legislativo.

A pergunta que não quer calar: se os R$ 3,6 milhões foram devidamente repassados às prefeituras, por que o STF trata a investigação como urgente, mas ignora as centenas de pedidos da oposição para apurar casos de maior gravidade? O cidadão que paga impostos e financia o INSS merece respostas — e não mais manobras de bastidor.

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