🇺🇸 1 ANO DO ‘DIA DA LIBERTAÇÃO’: Como o Tarifaço de Trump Destruiu Exportações Brasileiras e Acirrou a Guerra Comercial com o Brasil
Há exatamente um ano, em 2 de abril de 2025, o presidente Donald Trump assinou o decreto que ficou conhecido mundialmente como o ‘Dia da Libertação’. No Rose Garden da Casa Branca, Trump anunciou um pacote de tarifas recíprocas contra dezenas de países, incluindo o Brasil, com alíquota inicial de 10% sobre produtos exportados ao mercado americano. Doze meses depois, o balanço para o trabalhador e para o empreendedor brasileiro é de perdas concretas.
O Que Aconteceu em Um Ano
Em julho de 2025, Trump voltou a criticar publicamente o Brasil, afirmando que o país estaria sendo ‘muito ruim’ para os Estados Unidos e citando diretamente as decisões do STF contra o ex-presidente Jair Bolsonaro. O presidente americano então elevou a tarifa sobre produtos brasileiros para 50% a partir de agosto de 2025, aprofundando a crise no comércio bilateral. Setores como café, madeira, pescados e calçados registraram quedas entre 50% e 55% nas exportações ao mercado americano.
Impacto no Bolso do Brasileiro
- Café: compras americanas do produto brasileiro caíram mais de 50% entre agosto e novembro de 2025
- Madeira: queda de 55% nas exportações brasileiras ao mercado americano no período
- Passagens aéreas: com o petróleo disparando, os custos logísticos foram transferidos ao consumidor final
- Comércio bilateral: as exportações mensais recuaram de US$ 3,8 bilhões (pico em julho) para US$ 2,2 bilhões em outubro
Governo Lula Pagou o Preço da Arrogância
O governo Lula, que apostou no distanciamento de Washington e na aproximação com o eixo China-Rússia-Irã, colheu os frutos amargos de uma diplomacia equivocada. Ao invés de proteger o trabalhador brasileiro, o governo federal preferiu agradar parceiros ideológicos enquanto os empreendedores do agronegócio, da indústria e do comércio exterior pagavam a conta. Hoje, no primeiro aniversário do ‘Dia da Libertação’, a relação Brasil-EUA permanece tensa e o dano econômico acumulado é irreversível.