⛽ CRISE DO DIESEL: Flávio Bolsonaro Detona Lula — Governo Autua Vibra, Ipiranga e Raízen por Aumento Abusivo
A crise dos combustíveis dominou a sexta-feira (20) com dois movimentos simultâneos: o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) disparou críticas contundentes ao governo Lula pelas medidas adotadas, enquanto o governo federal autuou as três maiores distribuidoras do país — Vibra, Ipiranga e Raízen — por suspeita de aumento abusivo de preços.
Flávio Detona: “Lula Aumenta Imposto Até em Crise”
Em evento empresarial no Rio de Janeiro nesta quinta (19), Flávio Bolsonaro foi direto ao ponto ao criticar as medidas do governo para conter a alta do diesel, que disparou 25% com a guerra no Irã.
“Ele [Lula] consegue enxergar oportunidade de aumentar imposto até numa situação de crise como essa. Ele aumenta os impostos de exportação do nosso petróleo — uma tentativa equivocada de segurar esses produtos aqui no Brasil”, declarou o senador.
Flávio também criticou o imposto de exportação de 12% sobre o petróleo criado pelo governo como forma de compensar a isenção de PIS e Cofins no diesel. Para ele, a medida cria insegurança jurídica e não resolve o problema.
“O atual governo ainda comete outro erro ao querer obrigar os caminhoneiros a fazer algo que vai completamente contra o caminho que eles enxergam para amenizar a alta dos combustíveis”, afirmou.
Governo Autua as Três Gigantes da Distribuição
Na mesma quinta-feira, a Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon) notificou formalmente Vibra, Raízen e Ipiranga — responsáveis por cerca de 60% do abastecimento nacional — dando prazo de 48 horas (até sábado, 21/03) para explicarem os reajustes recentes.
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Flávio Já Projeta Seu Governo
O senador aproveitou o evento para delinear sua visão econômica caso seja eleito presidente em 2026: controle de gastos, corte de impostos e o mesmo modelo da gestão Jair Bolsonaro.
“Não vai ser surpresa para ninguém o que a gente vai propor. A gestão do presidente [Jair] Bolsonaro é reconhecida mundialmente. Vamos encaixar as despesas no Orçamento, gastar menos do que arrecada e reduzir impostos”, disse Flávio.
Contexto: Caminhoneiros no Limite
O cenário de fundo é explosivo: os caminhoneiros mantêm estado de greve com prazo até 26 de março para o governo apresentar garantias sobre o piso do frete. A guerra no Irã derrubou o petróleo momentaneamente, mas o diesel nas refinarias segue pressionado.
Fontes: Gazeta do Povo, CNN Brasil