⚠️ CARMEN LÚCIA DIZ QUE RECEBEU AMEAÇA DE BOMBA: “Estou Vivíssima” — Mas Não Sabe Por Quem Foi Avisada
A ministra do Supremo Tribunal Federal (STF) Cármen Lúcia, também presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), surpreendeu ao anunciar publicamente, nesta quarta-feira (18/3), que recebeu um aviso de que uma bomba teria sido enviada para matá-la. O relato foi feito durante uma palestra sobre direitos das mulheres no Centro Universitário de Brasília (Ceub).
“Agora de manhã, vindo para cá, comunicaram-me que mandaram uma bomba para me matar. Estou no meio de estudantes. Todos viram meus advogados em dois minutos. Pior para quem mandar. Melhor não mandar”, afirmou a ministra — antes de completar com a frase que virou manchete: “Eu estou vivíssima, cada vez mais.”
O que o STF informou
Segundo fontes do próprio Supremo ouvidas pelo Correio Braziliense, o Tribunal não tinha informações sobre a situação no momento da fala pública. A ministra não especificou quando teria ocorrido a ameaça — apenas que foi “notificada” —, não informou por quem foi avisada nem se acionou formalmente as autoridades.
Contexto: segurança dos ministros do STF
- Desde os atos de janeiro de 2023, a segurança dos ministros foi significativamente reforçada
- Policiais judiciais são responsáveis pela proteção dos magistrados e das instalações do STF
- Ministros do STF têm recebido ameaças recorrentes, especialmente após decisões politiçadas
O episódio ocorre em meio à crescente tensão entre o STF e setores da sociedade civil, que criticam a interferência da Corte no Legislativo — como o recente bloqueio da CPMI do INSS. O uso político de ameaças e a inflação de narrativas de perseguição também é observado por analistas como recurso para desviar atenções de decisões impopulares.