SELIC DECIDE NA QUARTA E TRABALHADOR PAGA A CONTA: Gastos de Lula explodem em 2026 e COPOM enfrenta dilema histórico com guerra pressionando o dólar
O Comitê de Política Monetária do Banco Central (COPOM) se reúne nesta quarta-feira para definir a taxa Selic, e a tarefa está longe de ser simples. A guerra no Irã — que já entra no 18º dia — pressiona o petróleo e o dólar para cima, enquanto os gastos do governo federal disparam em ano eleitoral. O resultado: o trabalhador brasileiro, que já paga uma das maiores cargas tributárias do mundo, corre o risco de conviver com juros ainda mais altos por mais tempo.
Os dados são preocupantes. O dólar se mantém acima dos R$ 5,80 com a instabilidade global, o preço da gasolina e do diesel voltaram a subir nos postos — e senadores governistas já fazem malabarismos para tentar blindar Lula das consequências. A inflação de alimentos, que afeta diretamente as famílias de menor renda, não dá trégua. Enquanto isso, o governo continua gastando como se o dinheiro do contribuinte fosse inesgotável.
Para o empreendedor que tenta abrir ou manter seu negócio, a equação é brutal: crédito caro, câmbio desvalorizado, combustível em alta e incerteza política. A gestão fiscal irresponsável do PT não é apenas um problema abstrato de números — ela afeta a vida real de famílias e trabalhadores em todo o Brasil. A reunião do COPOM desta semana será um retrato fiel do custo que o país paga por anos de gastança sem planejamento.