SELIC A 14,75%? COPOM DECIDE QUARTA E O TRABALHADOR ENDIVIDADO PAGA A CONTA DOS GASTOS DE LULA
Na quarta-feira, o Comitê de Política Monetária do Banco Central (COPOM) se reúne para decidir o rumo da taxa básica de juros brasileira. O mercado praticamente tem certeza de que haverá um novo aumento de 1 ponto percentual, elevando a Selic para 14,75% ao ano — o maior patamar em quase duas décadas. Quem paga a conta não são os economistas em Brasília. É o trabalhador, o empreendedor e a família que precisa parcelar a geladeira ou rolar o crédito no cartão.
O cenário que levou o Brasil a esse ponto tem nome e endereço: os gastos públicos explosivos do governo Lula em 2025 e 2026 dinamitaram a confiança do mercado e alimentaram a inflação. Soma-se a isso a guerra no Oriente Médio, que pressionou o petróleo e o dólar a níveis preocupantes. O resultado é um COPOM sem saída — apertar mais os juros para conter o estrago fiscal ou recuar e deixar a inflação corroer o salário de quem trabalha.
Os números são brutais para o cidadão comum: crédito pessoal com juros acima de 80% ao ano, financiamento imobiliário nas alturas, e micro e pequenas empresas sufocadas por dívidas que crescem mais rápido do que o faturamento. Enquanto isso, o governo federal bate recordes de gasto com cargos comissionados, propaganda institucional e programas eleitoreiros. A decisão do COPOM na quarta é técnica. O problema que ela precisa resolver é político — e foi criado pelos mesmos que agora fingem não ter culpa.