Em uma movimentação intensa de bastidores, 17 ministros do governo Lula deixaram seus cargos para disputar as eleições de 2026. A desincompatibilização, que marca o prazo final para o afastamento de ocupantes de funções públicas, reconfigura a Esplanada dos Ministérios a poucos meses do pleito.
Quem deixou o governo
Entre as baixas mais significativas estão figuras centrais da gestão petista, incluindo nomes como Fernando Haddad (Fazenda), Gleisi Hoffmann (Relações Institucionais) e Rui Costa (Casa Civil). Outros nomes, como Simone Tebet (Planejamento) e Renan Filho (Transportes), também oficializaram suas saídas para buscar mandatos eletivos.
Impacto na Esplanada
O presidente Lula, durante reunião ministerial, sinalizou que optou pela nomeação de quadros internos — secretários-executivos e técnicos das próprias pastas — para garantir a continuidade dos projetos. A estratégia visa mitigar o impacto da debandada em um momento de desafios econômicos e pressão política.
Estratégia Eleitoral
As saídas refletem o planejamento do PT e de seus aliados para reforçar as chapas estaduais e a representação parlamentar no Senado e na Câmara. Com o prazo fatal se encerrando, o cenário político para 2026 começa a ganhar contornos definitivos.
Fontes: G1, Gazeta do Povo.