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BRASIL

PL monta palanques estaduais para Flávio Bolsonaro em 2026 e descarta alianças com o Centrão

PL monta palanques estaduais para Flávio Bolsonaro em 2026 e descarta alianças com o Centrão

O Partido Liberal (PL) está construindo uma estrutura de palanques estaduais para garantir suporte à candidatura presidencial de Flávio Bolsonaro (PL-RJ) nas eleições de 2026. A estratégia prioriza candidaturas próprias — governadores e senadores do PL — em vez de alianças com siglas do Centrão ou de centro-direita. A movimentação inclui a participação do ex-presidente Jair Bolsonaro, preso na Papudinha, em Brasília, que participa das articulações.

Goiás, Paraná, Minas: a estrutura nacional

Em Goiás, o PL lançou o senador Wilder Morais como pré-candidato ao governo estadual, descartando o apoio ao vice-governador Daniel Vilela (MDB), aliado de Ronaldo Caiado (PSD). No Paraná, o partido avalia lançar o presidente estadual Fernando Giacobo caso o governador Ratinho Junior se mova para a corrida presidencial. O senador Filipe Barros (PL-PR) será o candidato ao Senado com apoio direto de Flávio.

Em Minas Gerais, estado decisivo nas urnas, o PL articula candidatura própria ao governo e ao Senado, com a coordenação do deputado federal Nikolas Ferreira — uma das lideranças mais populares da direita brasileira. O PL resiste a apoiar o vice-governador Mateus Simões (PSD-MG), ligado à candidatura de Romeu Zema ao Planalto.

Autonomia frente ao PSD e à velha política

A mudança de rota coloca em xeque alianças com governadores de centro-direita como Caiado e Ratinho Junior, mas demonstra a independência do PL em relação aos partidos de ocasião. Para o trabalhador e contribuinte brasileiro que apoia a direita, a mensagem é clara: Flávio Bolsonaro quer chegar ao Planalto com estrutura própria, sem depender de acordos nebulosos com a velha política.

O cenário de 2026

Flávio Bolsonaro consolidou-se como principal opositor à reeleição de Lula no início de 2026. As articulações foram intensificadas após ele retornar de agenda internacional ao lado do irmão Eduardo Bolsonaro (PL-SP). Com palanques próprios nos estados, o PL mira uma eleição presidencial competitiva — e avisa ao establishment que a direita brasileira veio para ficar.

  • PL lança candidatos próprios em Goiás, Paraná, Minas e Rio Grande do Sul
  • Jair Bolsonaro participa das articulações mesmo preso
  • Nikolas Ferreira coordena estratégia em Minas Gerais
  • Partido descarta alianças com governadores ligados ao PSD de Kassab

Fonte: Gazeta do Povo

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