“TIGRE GUARANI”: Paraguai Se Aproxima dos EUA e Mostra que Liberdade Econômica Funciona — Lição que o Brasil Ignora
Enquanto o Brasil insiste em mais gastos, mais impostos e mais Estado, o Paraguai aposta em caminho oposto — e começa a colher resultados que invejamos. O país vizinho estreita laços com os Estados Unidos de Trump e ambiciona tornar-se o “Tigre Guarani”, referência ao impressionante crescimento dos tigres asiáticos nas décadas passadas.
O modelo que funciona
Com carga tributária baixa, segurança jurídica crescente e abertura ao capital estrangeiro, o Paraguai registra crescimento consistente enquanto o Brasil patina. A aproximação com Washington — que inclui acordos comerciais e de segurança — dá ao país um diferencial estratégico. O empreendedor paraguaio vê no Estado um facilitador, não um obstáculo. Contraste difícil de ignorar para o vizinho brasileiro, que sufoca a iniciativa privada com burocracia e tributação.
A lição para o Brasil
O Paraguai não tem petróleo, não tem os recursos naturais do Brasil, não tem o tamanho do nosso mercado consumidor. E ainda assim cresce mais, atrai mais investimento e oferece mais estabilidade ao cidadão comum. A receita não é nova: Estado menor, menos regulação, respeito à propriedade privada e liberdade econômica. O que Milei aplica na Argentina, Santiago Peña aplica no Paraguai — e os dois mostram que o ajuste fiscal não é castigo, é caminho.
O Brasil no espelho
Com eleições em outubro, o debate econômico volta ao centro. O trabalhador brasileiro que paga caro na bomba de gasolina, que luta para abrir um negócio e que enfrenta uma carga tributária de país rico com serviços de país pobre tem no Paraguai um espelho incômodo. A pergunta que fica: quando o Brasil vai aprender com os vizinhos que optaram pela liberdade?