LULA MANDA TONELADAS DE ARROZ A CUBA Enquanto Caminhoneiro Decide Parar o Brasil Pelo Preço do Diesel
Enquanto o caminhoneiro brasileiro decide hoje se para o país por não aguentar mais o preço do diesel, o governo Lula prepara uma nova remessa de ajuda humanitária a Cuba — a ditadura comunista que já recebeu medicamentos do Brasil em fevereiro. A nova leva inclui 20 mil toneladas de arroz com casca, 200 toneladas de arroz polido, 150 toneladas de feijão preto e 500 toneladas de leite em pó.
Os Números da Generosidade Ideológica
A lista de doações compilada pelo governo federal é extensa:
- 20.000 toneladas de arroz com casca
- 200 toneladas de arroz polido
- 150 toneladas de feijão preto
- 500 toneladas de leite em pó
- 80 toneladas de medicamentos (antifúngicos e contra arboviroses)
O governo federal enquadra o envio como parte das “medidas humanitárias coordenadas pela Agência Brasileira de Cooperação” e cita doações a outros países como Bolívia, Ucrânia e Uruguai. Cuba, porém, não é uma democracia em crise. É uma ditadura de 65 anos que oprime seu próprio povo.
Cuba Sofre Com o Cerco, Mas a Culpa Não é do Brasil
A crise em Cuba se agravou depois que Trump capturou Maduro em janeiro e cortou o fornecimento de petróleo venezuelano à ilha. Washington pressiona diretamente Havana, e o próprio Trump afirmou esta semana querer “libertar ou tomar Cuba”. É o contexto. A questão é: por que o dinheiro do trabalhador brasileiro deve sustentar uma ditadura que o próprio hemisfério está isolando?
O Trabalhador Que Paga a Conta
O produtor rural brasileiro abastece o mundo. O caminhoneiro move esse alimento do campo para a cidade. Hoje ambos enfrentam o peso de um diesel caro, uma Petrobras politizada e um governo que prefere mandar arroz a Havana a reduzir o custo do frete. A família que vai ao supermercado sente no bolso. Cuba, não.