🚨 RECORDE HISTÓRICO: Brasil tem 81,2 milhões de inadimplentes — maior índice desde 2011 sob Lula
O Brasil atingiu em janeiro de 2026 o maior número de inadimplentes desde que o Banco Central começou a medir o indicador, em 2011. São 81,2 milhões de pessoas com dívidas em aberto — quase metade da população adulta do país. Desde o início do terceiro mandato de Lula, são 11,3 milhões de novos inadimplentes.
Números que assustam
- A inadimplência média do Sistema Financeiro Nacional chegou a 4,2% em janeiro de 2026 — recorde histórico do BC
- No crédito livre, o índice supera 5%
- Endividamento das famílias fechou 2025 em 49,7% da renda
- Comprometimento de renda com dívidas atingiu 29,2% em dezembro
- Taxa média de juros para pessoa física: 38% ao ano
- No crédito livre, chegou a 47,8% ao ano
Empresas também quebram em ritmo recorde
No final de 2025, o Brasil registrou 5.680 empresas em processo de recuperação judicial — alta de 24,3% na comparação anual. Somente no quarto trimestre, entraram 510 novas empresas no sistema, recorde desde que o monitoramento começou. A dívida total dessas empresas chegou a R$ 40 bilhões — alta de 150% em relação ao trimestre anterior.
Guerra no Irã agrava cenário
Especialistas alertam que o pior ainda está por vir. Com a Selic a 15%, juros médios acima de 32% ao ano e o petróleo acima de US$ 100 por causa da guerra no Oriente Médio, a pressão inflacionária deve manter os juros elevados por mais tempo. Para o Tesouro Nacional, o valor aceitável do barril seria de, no máximo, US$ 85.
“O governo estimula o consumo nas camadas de menor renda para gerar capital político, e isso acaba alimentando o ciclo de endividamento e inadimplência”, disse Vanderley Cardoso de Moraes, CEO da Top One Financeira.
Spread bancário no maior nível desde 2017
O spread bancário — diferença entre o custo de captação e o cobrado do cliente — chegou a 21,9 pontos percentuais em janeiro, o maior desde abril de 2017. A Allianz Trade projeta que as insolvências corporativas no Brasil crescerão mais 5% em 2026, com reversão do ciclo somente em 2027.
Fontes: Gazeta do Povo, Serasa Experian, Banco Central, Allianz Trade