ECONOMIA
HADDAD DE SAÍDA DA FAZENDA: Análise aponta legado de mais impostos, mais gastos e dívida explosiva na política fiscal petista
A saída de Fernando Haddad do Ministério da Fazenda deixa um rastro que analistas já chamam de “legado de destruição fiscal”: mais impostos, mais gastos públicos e uma dívida em trajetória explosiva, segundo levantamento da Gazeta do Povo.
O balanço fiscal
- Carga tributária: aumentou consistentemente durante a gestão Haddad
- Gastos públicos: crescimento real acima da inflação todos os anos
- Dívida pública: em trajetória de alta, preocupando o mercado
- Déficit primário: meta fiscal descumprida no primeiro ano
A reforma tributária
A reforma tributária aprovada na gestão Haddad foi vendida como simplificação — mas economistas alertam que, na prática, representa aumento da carga para vários setores, especialmente serviços e pequenas empresas.
O que vem pela frente
Com a saída de Haddad, o governo Lula precisa definir um novo ministro capaz de reconquistar a confiança do mercado. A tarefa é difícil: o Brasil entra em 2026, ano eleitoral, com as contas públicas no vermelho e juros elevados corroendo o orçamento.
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