GUERRA IRÃ E O BOLSO DO TRABALHADOR: Petróleo dispara com conflito no Estreito de Ormuz e gasolina ameaça novo recorde nos postos brasileiros
O conflito entre Estados Unidos e Irã entrou em seu 18º dia com impactos diretos na vida do trabalhador brasileiro. O fechamento do Estreito de Ormuz, por onde passa um terço do petróleo mundial, disparou os preços internacionais do barril e pressionou o câmbio — o que significa uma coisa simples para quem abastece o carro ou paga a conta de gás: mais dinheiro saindo do bolso no fim do mês.
O Pentágono estimou que o conflito deve durar mais quatro a seis semanas, com custo já chegando a US$ 12 bilhões. Enquanto isso, o Irã recusou negociar e o chanceler iraniano desafiou abertamente Trump, mantendo o estreito bloqueado para navios aliados dos EUA. O petróleo do tipo Brent reagiu imediatamente, e analistas do mercado financeiro já falam em pressão adicional sobre a Selic — que o COPOM decide na quarta-feira.
No Brasil, o governo Lula tenta se blindar das consequências. Senadores do PT trabalham nos bastidores para que o encarecimento dos combustíveis não caia nas costas do presidente, apesar de ter sido exatamente a política fiscal descontrolada do atual governo que derrubou o real e amplificou o impacto do choque externo. O empreendedor, o caminhoneiro e a família que depende do carro para trabalhar pagam a conta — mais uma vez.