FIM DA ESCALA 6X1 PODE DESTRUIR MAIS EMPREGOS QUE A RECESSÃO DE DILMA: estudos alertam para catástrofe econômica
Enquanto o governo Lula trata o fim da escala 6×1 como bandeira eleitoral para 2026, economistas de centros de pesquisa independentes soam o alarme: a proposta pode ser a maior bomba sobre o emprego formal desde a recessão de 2014-2016. Estudos da FGV-Ibre e do Centro de Liderança Pública (CLP) apontam perdas entre 2,6% e até 16% do PIB, dependendo do modelo aprovado — mais do dobro dos 7,4% perdidos nos piores anos do desastre econômico do governo Dilma.
Os números são brutais. Em cenário moderado (redução para 40 horas), o impacto seria de 2,6% do PIB e até 640 mil vagas formais extintas. No cenário mais agressivo (36 horas), as perdas chegam a 16% do PIB e mais de 1,2 milhão de postos de trabalho eliminados. O custo por hora trabalhada subiria até 22%, pressionando o trabalhador que o governo diz querer proteger — especialmente nos setores de varejo, transportes e atividades extrativas.
O único setor imune ao impacto seria o agronegócio, justamente aquele que a esquerda mais ataca. Para o trabalhador urbano, a promessa de “menos horas de trabalho” pode virar “sem emprego nenhum”. Motta já recuou, dizendo que é “preciso ouvir todos os setores” — mas o dano político já está feito: o governo apostou em uma pauta que os próprios estudos mostram ser uma faca de dois gumes. E o empreendedor brasileiro está de olho.