ESTREIA DESASTROSA: Erika Hilton Preside Comissão da Mulher, Não Aprova Nada e Corta Microfone de Deputada
A estreia de Erika Hilton na presidência da Comissão da Mulher da Câmara dos Deputados começou como terminou: no caos. Na primeira sessão presidida pela deputada do PSOL, nenhuma pauta foi aprovada, o microfone foi cortado no meio de um discurso e os trabalhos foram encerrados antes do previsto. O episódio expõe a incapacidade de gestão de uma parlamentar que ficou famosa pelo ativismo nas redes sociais, mas que ainda não demonstrou habilidade para conduzir uma sessão legislativa.
A sessão havia sido convocada para discutir projetos voltados à proteção da família e das mulheres trabalhadoras. No entanto, a falta de organização e os impasses na mesa diretora impediram qualquer avanço. Parlamentares de outros partidos relataram confusão nos procedimentos e desordem nas votações, situação que resultou na interrupção do microfone de uma deputada durante seu discurso — gesto que gerou protestos imediatos.
A cena contrasta com o espaço midiático que Erika Hilton ocupa nas redes sociais. Fácil fazer discurso em vídeo de 30 segundos. Difícil é presidir uma comissão que precisa entregar resultados reais para as mulheres brasileiras — trabalhadoras, mães, empreendedoras — que esperam legislação séria, não performance política. O episódio já circula entre deputados como símbolo da distância entre a pauta identitária e a capacidade de governar.