🚨 BREAKING — 8 de março de 2026, 21h28 (Brasília)
Mojtaba Khamenei é o novo líder supremo do Irã
A Jovem Pan confirmou neste domingo (8) que Mojtaba Khamenei, filho do aiatolá Ali Khamenei assassinado pelos EUA e Israel em 28 de fevereiro, foi oficialmente anunciado como o novo líder supremo da República Islâmica do Irã.
A confirmação do nome representa uma reviravolta: até poucas horas atrás, apenas a escolha em si havia sido revelada — sem identificação do escolhido. Fontes da Assembleia de Peritos haviam sinalizado que um “integrante sugeriu que o filho do falecido Khamenei ocuparia o cargo”.
Quem é Mojtaba Khamenei?
- Nasceu em 1969, em Mashhad — segundo filho mais velho de Ali Khamenei
- Estudou em seminários religiosos em Qom e seguiu carreira clerical no xiismo
- Nunca ocupou cargos públicos formais, mas é considerado influente nos bastidores do regime
- Tem laços estreitos com a Guarda Revolucionária e redes conservadoras iranianas
- Mantinha perfil extremamente discreto até agora
Trump já havia rejeitado Mojtaba
O presidente dos EUA Donald Trump havia declarado publicamente que Mojtaba era “inaceitável” e “um peso morto”: “O filho de Khamenei é inaceitável para mim. Queremos alguém que traga harmonia e paz ao Irã. Se ele não obtiver nossa aprovação, não vai durar muito”.
O ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araghchi, rebateu: “Não permitimos que ninguém interfira em nossos assuntos internos. É responsabilidade do povo iraniano escolher seu líder”.
Israel ameaça o sucessor
Militares israelenses declararam que irão “perseguir todos os sucessores” e qualquer pessoa envolvida na escolha do novo líder. Israel segue bombardeando o Irã e o Líbano, onde o número de mortos já ultrapassa 394 em uma semana de conflito com o Hezbollah.
Contexto: guerra em escalada
- Ali Khamenei foi morto em 28 de fevereiro em ataque conjunto de EUA e Israel
- Teerã enfrenta apagão de internet, chuva ácida e incêndios em refinarias
- Irã afirma ter usado apenas 60% de seu poder bélico até agora
- Mais de 1.300 civis mortos desde o início do conflito
Fontes: Jovem Pan, Gazeta do Povo, AFP